João Henrique de Miranda Sá

Poeta, escritor, escultor, ator, pintor, fotógrafo, idealizador e realizador de elementos arquitetônicos inusitados, objeto e fruto da arte, mais um daqueles que amam e fazem arte, assim como fazem... amor.

O Dia do Psiquiatra: Gratidão, é pra quem pode

A sociedade da qual fazemos parte, por motivos diversos, vive momento estranho em que a inversão de valores, outrora rara, passa a vigorar regra.

A sensatez, a pontualidade, a ponderação e o bom senso se converteram em “diferenciais” de importantes.

Meu Deus... Tenho impressão de que a sensatez perdeu-se pelo caminho. Acerca de qualquer assunto, qualquer fato, qualquer história, grande parte das opiniões que se púbica é extrema. Ponderar? Para quê? 

Me parece que a busca pelo chamado “ponto de equilíbrio” e o exercício empatia ficaram mesmo para trás. Recurso vil de massacrar o outro a fim de se sentir um pouco melhor ou maior, vem se tornando cada vez mais comum... e a gratidão foi esquecida por essa gente.

Mas o que diabos isso tem a ver com o dia dos psiquiatras?

Tudo, infelizmente, tudo.

Toda a classe médica sofre com uma campanha desmoralizadora. As pessoas misturam indivíduos e instituições. Não me parece justo com os médicos que exercem suas funções e pautam suas vidas nos preceitos do juramento de Hipócrates, pois quem É MÉDICO, sabe que não há como dissociar essas coisas.

Infelizmente, todos aqueles que exercem o Sacerdócio da Medicina baseados no amor, nas motivações mais profundas e íntimas que os levaram a essa escolha, são injustiçados e têm nessa injustiça, mais um dissabor, dentre os tantos que o ofício impõe.

Um cidadão que É MÉDICO, não é melhor do que ninguém, e sabe disso. Ele tem sobre si uma das mais ingratas responsabilidades possíveis: promover o bem-estar dos que sofrem.

Seus erros são tratados como crimes hediondos. Ah, que o faça aquele que nunca errou nem jamais errará. O Homem de Bem, já nos disse: “Que atire a primeira pedra...”

Isso me deixa muito triste, mas só por uns instantes.

Logo me lembro de tudo que venho produzindo, dos elogios que recebo e que isso já foi improvável. Devo minha lucidez, desenvolvimento, capacidade laboral, equilíbrio, decolagem e voo, à dedicação de indivíduos sagrados, que são psiquiatras, e isto é o que importa.

Assim como eu devo isso à Andrea Monné, Cibele Olarte Dittimar - aquelas que trabalham de mãos dadas com Deus – milhares de outras pessoas devem também isso a elas e outros muitos psiquiatras.

A vocês duas e todos os outros psiquiatras, quero deixar uma mensagem, em meu nome e em nome de cada cidadão consciente, pois aqui toda ignorância, injustiça e maldade perdem completamente o sentido:

Meus parabéns!!

Muito, muito obrigado.

João Henrique de Miranda Sá, escritor e redator

67.98126-4663

João Henrique de Miranda Sá

Poeta, escritor, escultor, ator, pintor, fotógrafo, idealizador e realizador de elementos arquitetônicos inusitados, objeto e fruto da arte, mais um daqueles que amam e fazem arte, assim como fazem... amor.

Mais de João Henrique de Miranda Sá

Comentários

Notícias relacionadas

loading...