Homossexualismo e violência, ingredientes do assassinato de Mariana ‘Sarney’

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Uma nova linha de investigação foi adotada pela polícia do Maranhão, na tentativa de desvendar a verdadeira motivação para o assassinato de Mariana Araújo Costa Pinto, a sobrinha-neta do ex-presidente José Sarney, assassinada pelo próprio cunhado, no domingo (13).

No depoimento em que confessou o crime, Lucas Porto disse para os policiais que uma ‘paixão incontida’ teria provocado o trágico desfecho.

No dia do crime, de acordo com a versão apresentada por Lucas Porto, ele retornou ao apartamento e encontrou a porta encostada, ocasião em que percebeu que a cunhada estava no banho, momento em que resolveu consumar o seu desejo sexual.

A polícia parece não ter acreditado nesta versão. De fato, Lucas encontrou Mariana no banho, mas teria retornado ao apartamento com outro objetivo.

A suspeita é de que Mariana havia descoberto a homossexualidade do cunhado e ele temia que a esposa soubesse da sua condição de homossexual. Dai ter voltado para discutir o assunto com a cunhada e, de alguma forma, tentar convencê-la de que era na realidade heterossexual.

Não conseguindo atingir o seu objetivo, a nova linha investigativa acredita que a discussão então tomou um rumo inesperado, levando as partes para atitudes de violência recíproca, culminando com a asfixia de Mariana com a ajuda de um travesseiro.

Inúmeras pessoas que conheciam Lucas Porto, já confirmaram sua homossexualidade enrustida.

O delegado do caso, Lawrence Melo, confirmou que esta versão está sendo apurada.

da Redação

Veja o vídeo do momento em que Lucas chega no apartamento da vítima:

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