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‘Oxigênio’ para todos os pilantras do Rio de Janeiro



Enquanto pedalava em Mônaco ou jantava em Paris, Cabral pedia a seus comparsas que providenciassem mais ‘oxigênio’.

Era essa a vida do governador do Rio de Janeiro. Dinheiro, farra, propina, promiscuidade e 'oxigênho', a senha da propina.

Cabral não respeita ninguém e tem verdadeira fissuração por dinheiro. Sua esposa, Adriana Ancelmo, padece do mesmo mal.

O ‘oxigênio’ representava sete por cento do que cada empresário comprometido com o esquema, deveria separar para o abastecimento da horda, em função dos contratos com o governo do Rio de Janeiro.

Desses sete por cento, cinco ficavam para o governador, um para ‘autoridades’ do governo e um para os conselheiros do Tribunal de Contas. É o que diz o Ministério Público Federal.

A propina era paga em espécie.

O governador destacou um assessor cuja função exclusiva era esta, recolher a grana da propina, em dinheiro vivo.

Noutras palavras, Cabral tinha um assessor, pago com dinheiro do povo brasileiro, para recolher dinheiro ilícito e engordar a sua conta.

Hoje, o moço que adorava jantar em Paris e pedalar em Mônaco está preso. São dois mandados de prisão. Um expedido pelo juiz Marcelo Bretas, do Rio de Janeiro. Outro, expedido pelo juiz Sérgio Moro, da ‘República de Curitiba’.

Não sai tão cedo. A temporada será longa.

Amanda Acosta

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