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Defesa de Elize brada vitória e progressão de regime deve ocorrer logo



Os advogados de Elize Matsunaga ficaram satisfeitos com a decisão do conselho de sentença do Tribunal Popular do Júri que julgou a acusada do assassinato do marido, Marcos Matsunaga, herdeiro da Yoki Alimentos.

Além do homicídio, cometido em 19 de maio de 2012, Elize respondeu por destruição e ocultação de cadáver.

O julgamento durou sete dias e foi um dos mais longos da Justiça de São Paulo. O júri foi formado por quatro mulheres e três homens. 

A vitória comemorada pela defesa de Elize consistiu no afastamento de duas das três qualificadoras propostas pelo Ministério Público.

Os jurados não consideraram as qualificadoras ‘motivo torpe’ (por vingança e dinheiro) e ‘meio cruel’ (que a vítima ainda estaria viva quando foi esquartejada). Mas, entenderam que o crime foi cometido ‘sem chances de defesa da vitima’.

Diante da decisão, com o afastamento de duas qualificadoras, a defesa esperava uma pena mais branda, porém, o juiz Adilson Paukoski foi ‘mão pesada’ aplicando a pena de 18 anos e 9 meses por homicídio sem chances de defesa da vítima, e mais 1 ano, dois meses e 1 dia por destruição e ocultação de cadáver, perfazendo um total de 19 anos, 11 meses e um dia.

A defesa irá recorrer e tem grandes chances de conseguir diminuir a pena no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Elize, no entanto, já cumpriu 4 anos e meio de prisão antes do julgamento.

Em função disso, a defesa deve pedir brevemente a progressão do regime prisional, de fechado para o semi-aberto, vez que, mesmo que mantida a condenação nos moldes como foi aplicada, Elize já cumpriu mais de um sexto da pena, tendo direito a pleitear a medida.

da Redação