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Dias Toffoli é sempre um suspeito suspeitíssimo...



O ministro Dias Toffoli é detentor de ‘amizade intima’ com o ex-ministro Paulo Bernardo e sua mulher, a senadora Gleisi Hoffmann.

Mesmo assim, no dia 29 de junho de 2016, alegando ‘flagrante constrangimento ilegal’, ele revogou a prisão preventiva de Paulo Bernardo.

Tivesse Toffoli agido com a grandeza que o cargo exige, teria declinado a sua suspeição.

Todo o país tem conhecimento de que antes de ser guindado a ministro do STF, Dias Toffoli foi advogado do PT e de inúmeros petistas.

No caso particular de Paulo Bernardo, inúmeros fatos e provas demonstram a intimidade explicita existente entre o ministro e o réu.

Diante disso, o Ministério Público Federal pretende impedir Dias Toffoli de julgar Gleisi e Paulo.

Para tanto, os procuradores estão juntando inúmeras provas da ‘amizade intima’.

Lamentável que num caso como esse, o STF tenha mais uma vez que se expor.

E, nesse caso, ao contrário do que fez no últimos dias com Marco Aurélio e Fux, Gilmar Mendes saiu em defesa de Toffoli.

É a parceria latente contra a Lava Jato.

Amanda Acosta

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