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Presidente do Equador constata guinada à direita na América Latina, mas erra na avaliação



‘São momentos difíceis’, disse Rafael Correa, presidente do Equador e um dos últimos remanescentes da esquerda ainda no poder na América Latina.

Na avaliação de Correa, o mal momento deve ser atribuído às mortes do líder cubano Fidel Castro, do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e do ex-presidente argentino Néstor Kirchner.

Especificamente com relação ao Brasil, o equatoriano está redondamente enganado.

As esquerdas foram defenestradas do poder, através do impeachment de Dilma Rousseff, por que sob o comando do PT se chafurdaram no mar de lama da corrupção. Roubaram escandalosamente e desavergonhadamente o dinheiro público.

Em certo momento conseguiram chegar ao poder, transformando o medo em esperança e, treze anos depois, a tal esperança se transformou em ódio.

Amanda Acosta

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