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Renê Siufi, um especialista em transformar a vítima em ‘bandido’, e o bandido em 'herói'



O advogado Renê Siufi acaba de ser contratado para defender o policial rodoviário federal que no dia 31 de dezembro matou o empresário Adriano Correia, em Campo Grande (MS). Um crime bárbaro, insano e covarde.

É o mesmo advogado que defende o ex-governador André Puccinelli, responsável por casos escabrosos ocorridos em Mato Grosso do Sul, que envolvem corrupção, crimes eleitorais, lavagem de dinheiro, golpe político e o nefasto escândalo do hospital do câncer, mas que, após alguns sustos, anda garbosamente pelas ruas da cidade, garganteando, pasmem, uma nova candidatura a governador.

Renê Siufi, além de notório conhecimento jurídico, possui um extenso tráfico de influência, condição absolutamente necessária para o sucesso na advocacia.

É homem de ‘copa e cozinha’ de inúmeros magistrados, transitando com desenvoltura nas mais diversas varas, instâncias e tribunais.

Notadamente nos crimes de homicídio, sua estratégia é manjada, mas costuma dar certo.

Nas suas petições e na sua refinada oratória, senhoras viram prostitutas, trabalhadores viram cachaceiros, gays viram devassos e um jovem empresário bem sucedido vira um ser que por seus atos e atitudes gerou a desconfiança de um policial ‘dedicado e diligente’ de que se tratava de um traficante ou de um chefe de uma facção criminosa.

É assim que Adriano Correia será exposto perante as autoridades judiciais e mais tarde no plenário do tribunal do júri.

Lívia Martins

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