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Em mais uma herança maldita da era PT, Correios estudam ‘megademissão’



Quando o PT assumiu, os Correios operavam como uma empresa de excelência, um exemplo brasileiro para o mundo, em franco crescimento e onde tudo funcionava de maneira exemplar.

Na época as correspondências tinham como regra a entrega invariavelmente antes do prazo.

Hoje, quando chegam, extrapolam o prazo de entrega.

Antes, todo cidadão brasileiro confiava plenamente nos Correios. Hoje é quase um campeão em reclamações.

O PT efetivamente conseguiu aniquilar com a empresa, atualmente vivendo grandes dificuldades financeiras, com serviços precários e funcionários insatisfeitos.

Recentemente a empresa anunciou o fechamento de 250 agências em todo país, uma maneira de tentar começar a sanear o rombo. O prejuízo foi de quase R$ 500 milhões, apenas em janeiro e fevereiro de 2017.

A empresa então tentou um plano de desligamentos voluntários, mas frustrou-se com a baixíssima adesão.

Diante da situação, de acordo com o Valor Econômico, uma nova medida, bem mais radical está em estudo, uma ‘megademissão’.

‘Sob o argumento de que a situação financeira é extremamente grave, o departamento jurídico da estatal foi acionado para verificar se há meios de driblar a estabilidade dos empregados e fazer "demissões motivadas", com o objetivo de reduzir o quadro de pessoal. Estimativas preliminares indicam a necessidade de enxugamento de 20 mil a 25 mil funcionários para equilibrar as despesas operacionais e dar sustentabilidade aos Correios’.

A folha de pagamentos da estatal aumentos de R$ 3 bilhões para R$ 7,5 bilhões entre 2006 e 2015. Com isso os custo trabalhistas subiram de 49% para 62% dos gastos totais. O detalhe é que no mesmo período o ‘tráfego de objetos’ caiu de 8,6 bilhões para 8,2 bilhões por ano e o nível de produtividade diminuiu de 80 para cerca de 70 objetos por cada trabalhador.

O fato é que praticamente destruíram os Correios, com o excesso de indicações políticas no comando do órgão e sua consequente transformação num instrumento de negociações e negociatas nos governos Lula e Dilma.

da Redação

Fonte: Valor Econômico