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Como identificar um falso pastor?

Por Henrique Guilherme


Chegou a hora de falar da infiltração socialista no meio cristão. Todos conhecem essa infiltração no meio católico, que se manifesta por meio de aberrações como a CNBB, a CPT (Comissão Pastoral da Terra, que ajudou a fundar o PT e o MST), o CIMI, e cuja teologia tem até nome: Teologia da Libertação. Os expoentes dessa catástrofe são conhecidos: Frei Betto (ex-assessor de Lula), Leonardo Boff, Evaristo Arns e, mais recentemente, o papa Chiquinho. Por um lado, a igreja católica parece estar em apuros, tendo em vista que a infiltração é óbvia e conhecida. Mas por outro lado, me parece que ela tem pelo menos uma vantagem: um católico alfabetizado que saiba usar a internet é capaz de IDENTIFICAR e CONHECER os inimigos dentro da sua igreja.

No meio evangélico, a situação é diferente. Nele, essa infiltração encontra boas resistências, mas os evangélicos parecem ignorar o perigo como se ele não existisse. Isso faz com que muitos crentes deem atenção a “pastores” que parecem fazer parte de uma seita montada para destruir o movimento evangélico por dentro. Esses pastores podem ter competências e perfis diferentes, mas todos eles seguem a mesmíssima cartilha: todos criticam os eventuais milagres que ocorrem em outras igrejas, todos fazem as mesmas coisas que condenam, todos expressam um grande desgosto pelo crescimento das igrejas pentecostais e todos parecem ter um ódio mortal de pastores conservadores.

Além do mais conhecido deles, Ariovaldo Ramos, o time que o capeta montou para infernizar a vida dos crentes é composto por três “pastores”: Caio Fábio, Ed René Kivitz e, mais recentemente, Paulo Júnior. Caio Fábio mais parece um hippie displicente que ainda hoje sente raiva daqueles que defenderam que um adúltero como ele não pode estar pregando. Anos depois do escândalo do qual foi protagonista, Caio Fábio foi condenado à prisão por participar de um esquema do PT, o que mostra que ele não aprendeu nada com o tempo. Recentemente, ele finge ser conhecido publicando vídeos vergonhosos no Youtube, onde critica as igrejas evangélicas.

Ed René Kivitz é outro desses pastores que vivem de condenar o povo evangélico e pregar esquerdismos para crentes. No seu currículo está: chamar o Caio Fábio de seu “ídolo marginal”, dizer que quando Jesus falou de “água viva” para uma mulher ele se referia ao seu sêmen, e falar que Adolf Hitler está no céu. Suas pregações são bem menos emocionantes que a do Caio Fábio, mas também são menos desequilibradas. Ele fez uma série de vídeos (que ninguém realmente vê) que ele chama de Talharim (ou será Talmidim?) e é um dos maiores defensores da Teologia da Missão Integral no Brasil. Para quem não conhece, a Teologia da Missão Integral (TMI) é a versão evangélica da Teologia da Libertação (TL).

O menos conhecido deles se chama Paulo Júnior, um pregador que fala com cara de choro sobre como os crentes de hoje são ignorantes, hereges e tudo que não presta. Ele generaliza pequenos erros como se fossem grandes pecados. Vocifera com ódio contra os cantores evangélicos e pastores mais conhecidos. Ele demoniza neopentecostais e pentecostais como se ele mesmo fosse um exemplo a ser seguido. Com um discurso esquizofrênico, mistura passagens bíblicas com o mesmo papo-furado pregado por Ed René Kivitz, chegando a pregar que aquele que persiste no pecado pode se salvar. Ele ainda não é muito conhecido, mas tem toda uma estrutura tentando promovê-lo.

Todos esses três seguem o que se convencionou chamar de TMI, apesar do papel incerto que Paulo Júnior tem dentro do movimento. De qualquer modo, mesmo quando não pregam abertamente a TMI, se prestarmos atenção conseguimos perceber que eles fazem parte de um mesmo grupo. Existem alguns sinais que podemos procurar para identificar esses infiltrados que vivem de criticar música gospel, condenar os evangélicos (ao mesmo tempo em que absolvem Hitler) e reforçar preconceitos contra os cristãos. Mas antes de falar desses sinais, eu o convido a recordar sobre o que fez com que VOCÊ se aproximasse da igreja? O que causou a sua conversão?

Um fato que parece ignorado pela maior parte das pessoas é que cada um tem uma trajetória até Deus (ou a salvação, ou seja lá no que a pessoa acredite). Certamente há muita gente boa que acaba recebendo um chamado e abraça o cristianismo com a única intenção de fazer o que é certo. Mas tenho certeza que em qualquer igreja essas pessoas não alcançam 10% do total. Queiramos ou não, a maior parte das pessoas é introduzida no meio religioso por causa de uma doença, de problemas familiares, de crises financeiras ou qualquer outro motivo. Não é de se esperar que as pessoas que acabaram de chegar em sua igreja sejam perfeitas e saibam “como ser um bom cristão”. Elas aprendem com o tempo. E não importa se estão equivocadas no momento. Não importa se o desespero reduz a relação delas com Deus à uma busca pela cura do filho, ou por um emprego. O que importa é que todas elas chegaram no melhor lugar para alcançar a salvação.

Outro fato que é ignorado é a inocência da produção cristã e dos meios que fazem as pessoas FICAREM na igreja. Eu acho engraçado (e trágico) quando vejo esses pastores condenando a Damares, incomodados pelo sucesso que ela faz no meio evangélico (“Sabor de Mel” é uma das minhas músicas preferidas). É como se eles fossem seres perfeitos querendo a mais pura correção teológica nas letras de cada música cristã. Para cantores e cantoras gospel, não há nenhuma piedade e compaixão. Os mesmos pastores que falam em pecadores santos e nazistas no céu se transformam em bichas-loucas quando ouvem música gospel. Caio Fábio trai a sua esposa e quer continuar pregando, mas o problema é a Damares. Ed René Kivitz diz que sonha em encontrar Hitler no céu, mas o problema é o Sabor de Mel. Paulo Júnior diz que é santo e reduz a salvação a um “desassossego” ao pecar, mas herege é a cantora bem-sucedida. E parece não haver ninguém para dizer o óbvio: esses idiotas não passam de enganadores.

Então, como identificar esses falsos pastores? Eu listei seis pontos que todos eles têm em comum.

1) Promovem a guerra de classes no meio cristão: enquanto Caio Fábio e Ed René Kivitz se focam mais na divisão de evangélicos, Paulo Júnior é errático e inclui os católicos na sua rotina de divisão. Com o tempo, você verá que eles cunharam até um termo para se diferenciarem dos demais evangélicos: eles gostam de ser chamados de “evangelicais”. Então, seguindo o método socialista de dividir a sociedade em classes (burgueses e proletariados, ricos e pobres), eles buscam dividir a igreja protestante em: evangelicais (ELES) e evangélicos (OS DEMAIS).

2) Eles dedicam boa parte de suas pregações a combater a chamada Teologia da Prosperidade (TP). Eles basicamente projetam um inimigo construído na cabeça deles em todo o cristão que eventualmente esteja buscando uma graça dentro da igreja. O que poucos sabem é que não há um movimento formal denominado “Teologia da Prosperidade”. A TP é um “meme” criado pela esquerda para demonizar as igrejas que mais têm crescido no Brasil e no mundo, atribuindo a ela comportamentos condenáveis na tentativa de afastar as pessoas do cristianismo. A estratégia é associar as igrejas evangélicas que mais crescem a um conjunto de ideias negativas que envolvem pastores ladrões, crentes interesseiros e cantores hereges.

3) Todos eles defendem algum tipo de antinomianismo (a ideia de que nenhum pecado é capaz de tirar a salvação daquele que se converte). Por exemplo, Ed René Kivitz se declarou universalista, no sentido de que Jesus morreu para anular TODOS os pecados de TODO MUNDO. Ou seja, para ele, no céu não vai ter apenas um genocida alemão e um pedófilo. Kivitz prega que TODOS os pedófilos e genocidas vão para o céu. Genial, né? Paulo Júnior prega que é um santo que pode pecar. Em uma de suas pregações, ele afirmou que a salvação está com aqueles que pecam, mas se sentem “desassossegados” por isso, mesmo que não consigam parar de pecar.

4) Todos acusam em falso outras congregações, generalizando comportamentos para atacar os crentes como um todo. Paulo Júnior diz que A MAIORIA das igrejas e dos crentes no Brasil são condenáveis, acusando-os de todo o tipo de erro. E eles têm um método realmente bem-elaborado para avançar essa agenda. Por exemplo, suponha que eles notem que as pessoas da igreja que eles combatem são mais felizes, prósperas e saudáveis. Isso faz com que se torne importante para eles condenar discursos que preguem FELICIDADE, PROSPERIDADE e CURA. O fato é que TODO MUNDO quer felicidade, prosperidade e cura. Não há nenhum problema em querer e pregar isso. Mas o que eles fazem é montar um discurso com a PREMISSA de que se alguém fez uma pregação sobre qualquer um desses temas, essa pessoa só se interessa por isso. Eles manipulam a pregação para fazer a audiência pensar que se você busca felicidade, prosperidade e cura, você só quer saber disso e de mais nada. E, pior, acusam TODO O MOVIMENTO EVANGÉLICO disso.

5) O discurso deles não é preparado apenas para demonizar comportamentos normais e saudáveis do movimento evangélico (sim, eu estou dizendo que é normal e saudável alguém buscar felicidade, libertação e cura). Eles também usam a manipulação do discurso para infiltrar ideias anticristãs em templos cristãos. Por exemplo, o Kivitz fez uma pregação que era DELIBERADAMENTE universalista (aquela onde ele disse que Hitler está no céu). Depois, ele negou ser um universalista. Mas logo em seguida, ele discursou como se continuasse sendo. Por isso, deixo aqui minha OPINIÃO de que eu acho que todos esses “pastores” (os que eu citei) fazem isso CONSCIENTEMENTE. Ou seja, quando o Ed René Kivitz acusou Jesus de oferecer seu sêmen à mulher no poço, na minha OPINIÃO, ele preparou a pregação principalmente para avançar essa ideia. Quando o Paulo Júnior defendeu que é um santo e que a salvação vem a qualquer um que se sentir mal com o próprio pecado (sem parar de pecar), na minha OPINIÃO ele preparou todo o contexto especificamente para dizer isso.

6) Enfim, o silêncio deles em relação à infiltração da esquerda no meio cristão é ensurdecedor. Muitos deles nem disfarçam suas simpatias pela esquerda e pregam sem cerimônias o socialismo. Eles não ligam se a TMI foi criada com a proposta de ser a esquerda evangélica. Eles não se incomodam quando um infiltrado fala que Jesus oferecia esperma para mulheres. Eles não se incomodam quando um oportunista diz ser santo e que os santos podem pecar. Não. Tudo isso é tranquilo para eles. Mas quando a Damares canta “Sabor de Mel”, eles desmunhecam como se fossem donzelas que viram uma barata.

Infelizmente, em um país como o Brasil, muitos acabam comprando as premissas desses falsos pastores. Mas uma das coisas que me fizeram converter ao cristianismo foi a percepção de que os meios cristãos mais sinceros e menos hipócritas parecem ter uma proteção espiritual contra essa infiltração. As igrejas que eles atacam são prósperas e isso é bom. Mas onde está o ministério de Ed René Kivitz? Onde estão os seguidores de Paulo Júnior? Onde estão os convertidos de Caio Fábio? Eu sei onde eles estão: no mundo virtual. Na internet. São zeros e uns disfarçados de militância. Mas no mundo real, ninguém os segue porque o ministério deles é FALIDO.

Para ver mais aberrações da TMI e outras heresias infiltradas, você pode assistir aos seguintes vídeos:

Ed René Kivitz e Hitler:

https://www.youtube.com/watch?v=NM8JuMz-45k

Ed René Kivitz falando de Jesus oferecendo sêmen:

https://www.youtube.com/watch?v=y9hIIv1ftRw

Caio Fábio mostrando seu ódio ao pastor Silas Malafaia (diz que gostaria de ESPANCAR o Silas Malafaia). Apesar do teor, é engraçado:

https://youtu.be/cax3xStDdHs?t=7m3s

Caio Fábio falando que Romanos são dispensáveis:

https://www.youtube.com/watch?v=V8tLai27zOY

Caio Fábio dizendo que o culto é coisa de “imbeciloides idiotados”:

https://youtu.be/uvFqGYKpowk?t=2m10s