Patéticos, advogados querem determinar os procedimentos para oitiva do réu

Os advogados que defendem Lula estão virando motivo de chacota nos meios jurídicos, inclusive o próprio José Roberto Batochio, que manchou sua reputação ao aliar-se a figuras depressivas e inexpressivas como Roberto Teixeira e Cristiano Zanin. Esse último, taxado como um ‘abobalhado’, com uma necessidade inexplicável de aparecer, autor de frequentes petitórios com pedidos esdrúxulos e de profunda mediocridade jurídica.

O trio surfa na onda de Lula. O ex-presidente, em mais uma de suas bravatas, declarou que gostaria que seu depoimento ao juiz federal Sérgio Moro, no próximo dia 10, fosse transmitido ao vivo na TV aberta, como se ele não estivesse ali no papel de réu, para responder pelos crimes que cometeu.

Os advogados, por sua vez, em uma petição enviada a Moro nesta quarta-feira (3), pedem o seguinte: ‘a modificação na forma de captação de imagens das audiências para registro do que se passa em todo recinto onde ela se realiza e direcionamento da câmera à pessoa que está a fazer uso da palavra, não a deixando repousar exclusiva e fixamente na pessoa do interrogado, mas, sim, promovendo a gravação da íntegra do ato, incluindo, mas não se limitando, todos aqueles que fizerem uso da palavra’.

Noutras palavras, no depoimento de Lula, propõem a mudança de todo o esquema de filmagem, como se ali estivesse acontecendo uma novela, ou algo do gênero.

Os advogados entendem que o padrão das gravações conduzidas por Sergio Moro é ‘indevido’, violando a presunção de inocência do acusado porque transmite uma ‘imagem negativa’ dele e o apresenta de ‘forma inferiorizada’.

Ora, em todos os fóruns do Brasil as filmagens seguem o mesmo padrão. Ademais, os próprios advogados de Lula já estiveram em diversas outras audiências com Moro, sem que nunca tivessem tido a percepção agora demonstrada.

Lula não é um réu diferenciado. É um criminoso que deve ser tratado como qualquer outro.

A posição atual é mera demonstração de que a única pretensão é conturbar. Nada mais.

Amanda Acosta

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da Redação

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