Saiba como será o voto de cada um dos ministros do STF no habeas corpus de Antonio Palocci

Chegamos a um ponto extremamente decisivo da Operação Lava Jato. 

O bom seria se o Brasil neste momento, agora, conseguisse fazer ressurgir aquela série de protestos ocorridos em 2013. Quem se lembra?

Deveríamos acuar os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no sentido de que tenham um mínimo de patriotismo, sanidade e responsabilidade e decidam pelo Brasil.

Uma eventual soltura de Antonio Palocci fulmina a Lava Jato.

De qualquer forma, vamos tentar aqui prognosticar como devem votar os ministros em condições normais, sem a pressão da sociedade.

Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski, agem em causa própria. O recado de Palocci, que todos imaginaram que o alvo era Lula, tinha esse trio como endereço.

Edson Fachin, Luis Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, devem encaminhar seus votos no sentido de que Palocci permaneça preso.

O placar estaria empatado em 3 a 3.

Restariam Luiz Fux, Rosa Weber, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello, além da presidente Carmen Lúcia.

Celso de Mello votou contra o HC de Zé Dirceu. Por uma lógica, às vezes ilógica, a tendência é votar contra Palocci.

Luiz Fux foi o grande aliado de Joaquim Barbosa no ‘Mensalão’. Deve votar pela manutenção da prisão de Palocci.

Marco Aurélio Mello está possesso com Gilmar. Entretanto votou para soltar o goleiro Bruno. É imprevisível.

Rosa Weber certa feita foi intimada de forma jocosa por Lula. Parece ter certo compromisso com o PT, mas tem votado para manter os criminosos presos. Também fica no rol da imprevisibilidade.

Se os dois marcados como imprevisíveis fecharem com o PT, o placar teoricamente empata.

De qualquer forma, temos uma leve inclinação favorável a Lava Jato. A jogada de Fachin foi sensacional.

Num empate, o voto de desempate da presidente fatalmente será pela manutenção da prisão do criminoso.

É a tendência, mas a quadrilha está se movimentando e tudo pode acontecer.

O ideal é que a sociedade também se movimente.

Acorda Brasil!

Amanda Acosta

[email protected]

da Redação

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