Batochio deixa a causa e comete mais um ato de traição ao ex-cliente

O ex-presidente do Conselho Federal da OAB, José Roberto Batochio, um dos maiores tribunos que o Brasil já conheceu, outrora tido como um advogado brilhante, manchou tristemente a sua história.

Após exercer o patrocínio infiel da causa do ex-ministro Antonio Palocci, o que poderá lhe valer brevemente uma representação na entidade representativa dos advogados, Batochio finalmente deixa o caso – após ser enxotado pelo cliente – destilando ódio e vociferando inverdades.

A rigor, José Roberto Batochio nunca foi verdadeiramente advogado de Antonio Palocci, sempre atuou a serviço do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Para Batochio, valiam apenas os interesses de Lula, a quem deve irrestrita fidelidade.

E assim, quando teve a percepção de que os interesses de seus dois clientes – Lula e Palocci – entraram em confronto, atuou ferozmente para persuadir o ex-ministro para que revisse sua posição, numa tentativa de favorecer o ex-presidente.

Mesmo dispensado, ao deixar a causa não teve compostura ética e moral. Saiu fazendo declarações mentirosas, buscando notoriamente prejudicar o ex-cliente, algo inadmissível.

‘Palocci não resistiu ao sofrimento psicológico que lhe foi imposto em Guantánamo meridional’, declarou Batochio, tentando claramente enfraquecer a delação, numa atitude de traição a quem um dia lhe confiou a causa.

Gonçalo Mendes Neto

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