Impeachment de Gilmar Mendes pode retornar com força avassaladora (veja o vídeo)

A atuação do ministro Gilmar Mendes no processo que tramita no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pede a cassação da chapa Dilma-Temer, pode fazer com que um novo pedido de impeachment seja apresentado, desta feita com mais substância e notável clamor popular.

Os juristas Celso Antônio Bandeira de Mello, Fábio Konder Comparato, Sérgio Sérvulo da Cunha e Álvaro Augusto Ribeiro da Costa; a ativista de direitos humanos Eny Raymundo Moreira; e o ex-deputado e ex-presidente do PSB, Roberto Amaral apresentaram em 2016 um pedido que não prosperou.

O grupo acusava o ministro de adotar ‘comportamento partidário’, situação que voltou à tona novamente, através de sua participação no TSE, em confronto com o seu próprio voto noutra oportunidade, conforme bem demonstrou o ministro Herman Benjamin.

Naquela ocasião, os juristas afirmaram que Gilmar tem 'envolvimento em atividades político-partidárias' e participa de julgamentos 'de causas ou processos em que seus amigos íntimos são advogados' e 'de causas em que é inimigo de uma das partes'. Os juristas também sustentaram que Gilmar atua em julgamentos nos quais deveria se considerar suspeito.

Na visão dos autores daquele pedido de impeachment o ministro tem ofendido a Constituição, a Lei Orgânica da Magistratura e o Código de Ética da Magistratura ao não atuar com imparcialidade e conceder frequentes entrevistas nas quais antecipa seus votos e discute o mérito de questões sob julgamento.

Mendes também foi acusado de atuar de maneira desrespeitosa e utilizar o cargo a favor dos interesses do grupo político que defende.

Abaixo, veja reportagem sobre o caso.

da Redação

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