Urnas eletrônicas que elegeram Dilma têm fraude comprovada na Venezuela

A Smartmatic, empresa responsável pelas urnas eletrônicas utilizadas nas eleições venezuelanas e brasileiras, admitiu que houve manipulação nos resultados das eleições para a nova Assembléia Constituinte bolivariana.

A empresa informou que pelo menos um milhão de votos a mais do que o número real de eleitores foram contabilizados.

No momento, a oposição - que já vinha questionando os resultados da votação, afirmando que 2,5 milhões (12,4% dos eleitores) participaram das eleições em contrapartida aos 8 milhões de venezuelanos (41,53%) alegados pelo governo -, organiza o pedido de auditoria.

No último dia 30,o ditador Nicolás Maduro passou vergonha ao tentar votar em favor da nova Constituinte. “A pessoa não existe ou o cartão foi anulado” foi a mensagem exibida pelo dispositivo após sua tentativa frustrada de voto. 

Não é de hoje que os sistemas da Smartmatic são alvos de críticas dos especialistas da área de Tecnologia de Informação.

Em 2014, o Analista de Sistemas, Gilson da Silva Paula, denunciou  no Conclave de Washington pela Democracia - através de sua pesquisa que computou mais de 300 horas de trabalho -, as manipulações ocorridas nas eleições presidenciais brasileiras de 2014. Em entrevista para o site Spotniks, ele afirmou que cerca de 6% dos votos de Aécio Neves foram transferidos para Dilma Rousseff por um software malicioso.

Em 2004, quando pesquisas apontavam que um referendo para a retirada de Hugo Chávez do poder daria vantagem de 18% aos opositores, o resultado foi de 58% a favor de Chávez.

Ainda segundo o Spotniks

“Os economistas Ricardo Hausmann, da Universidade de Harvard, e Roberto Rigobon, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), disseram, após uma análise minuciosa, que a possibilidade matemática dos resultados enviesados encontrados nos bancos de dados serem verdadeiros era de somente 1%. Diversos estudos também foram lançados analisando os resultados dos bancos de dados e tenderam para a mesma conclusão sobre uma forte possibilidade de fraude eleitoral. Em 2011, um estudo explorou 6 análises e todas indicaram a presença de elementos incongruentes nos resultados.”
da Redação

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