Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira

Médico anestesiologista, socorrista e professor universitário

Sem TV por assinatura, jornais ou revistas impressa por 1 ano.

Isso mesmo, experimentei por esse período como é ser informado apenas pelos noticiários transmitidos pela TV aberta brasileira.

Chega a ser assustador a sensação de "abstinência informativa" que senti neste período.

Os noticiários brasileiros não informam, eles simplesmente catequizam e doutrinam os seus telespectadores.

Recentemente, assisti pela Internet, uma entrevista com o filósofo Olavo de Carvalho, onde ele denunciava o poder de doutrinação dos meios de comunicação de massa brasileiro.

Disse que os americanos não acreditavam que emissoras do Brasil obtinham audiências que superavam o percentual de dois dígitos. "Nos EUA, quando uma emissora atinge 5% de audiência, fazem festa".

Quem possui o monopólio da (des)informação consegue ditar a moda, os costumes e eleger e os políticos que os interessa.

Chega a ser imoral a manipulação de notícias de alguns repórteres dessas emissoras.

Hoje por exemplo, 16/08, no Bom Dia Brasil, a repórter abriu a reportagem com o seguinte título: "Trump volta atrás e responsabiliza os ativistas que lutavam contra o racismo, pelo incidente ocorrido nos EUA"; um segundo depois, entra uma filmagem mostrando o presidente americano dizendo que haviam pessoas boas dos dois lados e que agressão e intolerância são atitudes reprováveis, venham de que lado vier.

No mesmo bloco, Chico Pinheiro se trai e comenta: "Eu pensei que fosse ser um governo diferente", ao citar as denúncias de corrupção do governador do Maranhão pertencente ao PC do B.

Acha que acabou?, pois se engana quem acreditou que a doutrinação já teria atingido a sua "dose terapêutica".

Queimaram Jair Bolsonaro, acusando-o de fazer apologia ao estupro, uma injustiça ao parlamentar que luta para aumentar a pena e baixar a idade penal para quem pratica esse tipo de crime, e ainda, para fechar essa overdose de impropérios e mentiras, estimularam a violência e a intolerância, ao passar a mensagem subliminar de aprovação aos alemães, que surraram um compatriota, que fez apologia ao cruel nazismo.

Muito preocupante esta situação, visto que o espírito crítico deficitário, aliado a uma capacidade de análise diminuída, após anos de ensino público falido e de uma política perversa de doutrinação marxista generalizada, leva a uma não percepção desta política nefasta de manipulação, que transforma mentiras em verdades e verdades em mentiras.

O que será de nossa "pobre" nação brasileira?

Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira

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Médico anestesiologista, socorrista e professor universitário

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