A dissimulação midiática nas manifestações em Charlottesville

Acordei hoje com a notícia: extrema direita americana volta a pregar o nazismo. Vamos as fatos para analisarmos a realidade.

Todos os dias, americanos, assim como brasileiros, sofrem de ataques racistas de negros contra brancos e brancos contra negros. Não obstante, grupos de seitas religiosas autoritárias do islã adentram nas fronteiras do ocidente para impor - através do terrorismo -, essa cultura perversa. Socialistas de toda a América Latina lutam por ditaduras sanguinárias enquanto seu povo morre de fome. Grupos feministas pregam a completa despersonificação da mulher e desestruturação das famílias em prol de uma agenda globalista.

Nazistas, islâmicos, socialistas, feministas, globalistas, dentre outros, pregam absurdos em sociedades nas quais o maior bem é a liberdade. É hora de pararmos de ser tolos e ouvir a verdade, não dessas mídias financiadas pelo governo, mas de pessoas comuns que estudam sobre o assunto. E a verdade é que todas essas ideologias cruéis, sempre foram combatidas pela direita. Uma direita fraca e acovardada, mas que continua presente.

O totalitarismo presente nessas ideologias é fruto de um fracasso pessoal e de uma perversidade extrema de se sentir no controle. Esses grupos são os primeiros a pregar violência, convocar assembleias estudantis para doutrinar universitários e enterrar a democracia. Mesmo com gays sendo diariamente mortos, islâmicos invadindo nosso território para pregar sua cultura, socialistas destruindo nossa economia, neonazistas e feministas defendendo a morte de crianças não nascidas e mulheres constantemente sendo estupradas, a mídia procura de qualquer forma, sob qualquer pretexto, culpar a direita. Isso precisa acabar.

A direita não pode mais ser refém de bandidos que se revestem no manto do politicamente correto. Carregamos conosco valores como liberdade, democracia e justiça, completamente incompatíveis com os demais grupos citados. O Brasil e, principalmente, conservadores e liberais, devem a todo momento, e a todo custo, defender esses princípios. Nunca mais, refiram-se a nós como nazistas. A direita não assassina crianças no ventre da mãe, tampouco opositores como é visto no governo socialista da Venezuela. A direita não persegue gays como Che Guevara fuzilava em Cuba, nem prega ódio contra a cor da pele das pessoas. A direita não leva as pessoas para a miséria, não destrói economias, não defende bandidos nem desestrutura a família. Se algum dia ouvirem alguém lhe acusar de nazista, fique tranquilo. É só mais um analfabeto funcional que ganha uns trocos do governo.

João Pedro Zorzi Octaviano

João é acadêmico de Direito pela Faculdade de Direito de Franca, em SP.

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