A intrigante sociedade entre o presidente do Detran e o desembargador Alexandre Bastos

O Gaeco se esmerou durante dois anos na investigação de um escabroso esquema de corrupção no Detran de Mato Grosso do Sul.

A parafernália criminosa, ao que tudo indica, envolvia toda a cúpula do órgão, inclusive o seu presidente, o advogado Gerson Claro Dino.

O juiz que examinou detidamente o caso, não teve dúvidas, mandou prender todo mundo, algumas prisões temporárias e inúmeras prisões preventivas.

Surpreendentemente, no mesmo dia em que a operação foi deflagrada, quase todos os envolvidos foram beneficiados por um sinistro habeas corpus.

Diante da rapidez e agilidade do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, impossível esquecer que o atual desembargador Alexandre Bastos e o tal presidente do Detran, até pouco tempo eram sócios num escritório de advocacia.

Um outro detalhe interessante é que o tanto Gerson Claro Dino quanto o seu ex-sócio, o desembargador, foram nomeados por Reinaldo Azambuja, o governador do estado atolado no escândalo da JBS.

Lívia Martins

Articulista e repórter
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