Jean Wyllys insinua que pedofilia e zoofilia são preconceitos arraigados da extrema-direita (veja o vídeo)

Aos ecos da polêmica envolvendo o banco Santander, a Lei Rouanet e a exposição Queer Museum, em Porto Alegre, as lideranças “progressistas” e LGBT da esquerda brasileira reuniram-se para comentar o assunto. Não faltaram elogios a todos os que se manifestaram de maneira contrária à mostra: fascistas, nazistas, gentalhas, canalhas, burros, imbecis, porcarias, lixos.

Mas a cereja do bolo foi vista apenas pelos mais atentos. O deputado federal, Jean Wyllys, cumprindo a agenda da esquerda, insinuou que a pedofilia e a zoofilia são preconceitos arraigados de uma extrema-direita que não reflete profundamente, trabalhando apenas com frases prontas. Wyllys enquadrou a pedofilia e a zoofilia dentro da panacéia intitulada de “diversidade”, esse termo sagrado que, atualmente, basta ser evocado para colocar o locutor acima de qualquer suspeita, transformando-o na alma mais abnegada existente em oposição ao interlocutor preconceituoso e retrógrado.

O deputado acredita que todos os opositores caem na ladainha da “diversidade” vendida pelos grandes veículos de mídia. Mas para seu azar, há gente que de fato estuda a história desse movimento e que é capaz de informar a população. O fato de a esquerda enxergar a pedofilia e a zoofilia como uma simples parte constituinte da “diversidade” sexual não deveria chocar ninguém. Esse é um movimento originado a partir das ideias do movimento feminista dos anos 60, que reinterpretou uma das obras de Karl Marx chegando a conclusão de que a verdadeira origem da opressão encontra-se na instituição da família tradicional. O assunto é complexo e longo, mas para demonstrar, utilizarei aqui algumas passagens do livro A Dialética do Sexo, de uma das líderes desse movimento, Shulamith Firestone:

“Desse modo, vemos que na sociedade baseada na família as repressões originadas no tabu do incesto tornam impossível uma sexualidade plenamente satisfeita para qualquer pessoa, e possível só para poucos uma prática sexual satisfatória. Os homossexuais de nossa época são apenas as maiores vítimas do sistema de sexualidade reprimida que se desenvolve na família. Mas, embora a homossexualidade hoje seja tão limitada e doentia quanto nossa heterossexualidade, breve chegará o dia em que a transexualidade saudável será a norma. Pois, se admitimos que o impulso sexual é, desde o nascimento, difuso e indiferenciado da personalidade global, e, como vimos, só se torna diferenciado em resposta ao tabú do incesto; e se, além disso, admitimos que o tabú do incesto é hoje necessário apenas para preservar a família; então, se destruirmos a familia, estaremos, na verdade, destruindo as repressões que moldam a sexualidade em estruturas específicas. Sendo iguais todos os tipos de sexualidade, as pessoas poderão ainda preferir indivíduos do sexo oposto, simplesmente porque isto é fisicamente mais conveniente.”

“A separação entre sexo e emoção está na própria base da cultura e da civilização ocidentais. Se a primeira repressão sexual é o mecanismo básico pelo qual as estruturas de caráter que sustentam a servidão política, ideoló­gica e econômica são produzidas, um fim ao tabu do incesto, através da abolição da família, poderia ter efeitos profundos. A sexualidade seria liberta de sua camisa-de-força, vindo erotizar toda nossa cultura, mudando a sua própria definição”

"É possível que a criança estabeleça suas primeiras rela­ções físicas íntimas com pessoas de seu próprio tamanho, por mera conveniência física, exatamente como os homens e as mulheres podem preferir um ao outro em vez de pessoas do mesmo sexo, por mera conveniência física. Mas, se ao contrário ela escolhesse se relacionar sexualmente com os adultos, mesmo que isso se desse com a sua própria mãe genética, não haveria razões a priori para ela rejeitar seus avanços sexuais, uma vez que o tabu do incesto teria perdido valor."

Ou seja: a defesa do incesto, da pedofilia e da destruição da instituição da família tradicional não é novidade alguma e não deveria chocar ninguém. É um programa bem planejado e financiado por 60 anos, com o objetivo de exterminar qualquer rastro de hierarquia que não seja o da submissão dos indivíduos ao Estado.

Não se enganem. Nada tem a ver com arte nesse caso, tudo tem a ver com política e religião. Ou alguém pode explicar o que óstias com nomes de partes da genitália tem de artístico? É claro que não, porque o único objetivo é minar a tradição e as instituições que sustentam aquilo que conhecemos por ocidente. Nada além disso.

da Redação

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