Trabalhador só se f***. Atrás de bandido e político ninguém quer correr. (veja o vídeo)

Em mais uma cena que assevera os problemas de autoestima enfrentados pela grande massa brasileira, o Estado, que em teoria deveria ser o responsável pela garantia da justiça, novamente mostra-se o perpetrador do seu oposto.

Enquanto o STF toma decisões absurdas em favor de parlamentares corruptos e os escândalos de corrupção não param de vir à tona em todos ramos da administração pública; enquanto a impunidade paira sem vergonha sobre os altos escalões dos bandidos de terno, a Lei trata de perseguir o cidadão que tenta ganhar a vida oferecendo produtos e serviços aos seus concidadãos.

O excesso de burocracia, de regulações, que pretensamente os políticos alegam “proteger o cidadão”, na prática, prejudica os mais pobres, que não têm condições de pagar pela papelada absurda exigida para se trabalhar “legalmente”, favorecendo o crescimento daqueles que já estão bem estabelecidos, punindo a concorrência e pavimentando o caminho para a formação dos monopólios e cartéis. E tudo isso começa aqui: na carrocinha de pipoca.

O cidadão que tenta ganhar a vida servindo aos demais tem seus meios de produção apreendidos, enquanto assistimos à bandidagem - de terno  ou de chinelos de dedo e fuzil na mão - andar solta e somente se ampliar. É um retrato que muito dificulta o aparecimento de uma identidade nacional capaz de unir as pessoas no objetivo comum de ver todos como parte  de um grande empreendimento de sucesso.

Até quando?
da Redação

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