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Um ano e meio de picaretagem, um limite quase insuportável!

Por Raimundo Edmario Guimarães Galvão

Com a queda iminente do prefeito Gilmar Olarte, mesmo em face das infindáveis chicanas advocatícias vindouras, chegou o momento de fazer um grande pacto pela reconstrução da cidade de Campo Grande, que por mais de um ano e meio foi assaltada por uma gangue de estelionatários compostas de empresários, políticos, juízes, advinda de um golpe político, já elucidado pela polícia. 
O certo é contabilizar o prejuízo de uma administração desastrada que levou a cidade ao caos. 
Nesse período inchou-se a máquina administrativa com aventureiros de toda espécie, desestruturando a saúde, a educação, a cultura e por extensão todas as pastas essenciais para o andamento da sociedade. 
Um quadro de secretários pífios esgotou toda a gestão pública do município. O medíocre secretariado 
Seria preciso uma auditoria rigorosa pra calcular o rombo deixado por essa horda de criminosos. A pilantragem e a falta de ética foram a bandeira desse período que deve ser exorcizada pelas pessoas de bem, pelas pessoas que amam e sempre sentiram orgulho da capital de Mato Grosso do Sul. 
Levantar, sacudir a poeira, dar volta por cima e passar uma régua nesse momento negro da história dessa cidade. Uma cidade abandonada E que sejam punidos com o rigor da lei os criminosos, para que possamos dormir o sono dos justos, é o mínimo que a sociedade espera da justiça.
Nessas incertezas jurídicas, não se sabe quem vai ser o próximo prefeito, mas independente de qualquer credo, será necessário estabelecer uma agenda mínima com todos os segmentos organizados da sociedade pra fazer a transição com o mínimo de sofrimento possível, até chegar às próximas eleições municipais e dar um pouco de tranquilidade pra cidade. 
Chegou o momento em que o rigor da democracia terá que ser posto em prática e a população de algum modo deve assumir a administração e os rumos de sua cidade! 
Raimundo Edmário Guimarães Galvão



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