Tabagismo - o homem como vítima de si

Vitimismo, covardia e suicídio: até quando tapar o sol com peneira?

“Cigarro mata 7 milhões de pessoas por ano...”

“O cigarro levará a bilhões de mortes até o final do século”

Deve ser verdade, mas, não é bem assim. Vamos pensar um pouco? Tenho sua companhia pra um passeio em reflexão acerca do tema “Tabagismo”?

Vamos lá:

Acredito que enquanto as campanhas de alerta sobre os vícios humanos projetarem o problema fora do homem, não trarão resultado efetivo ou duradouro

Estou certo de que “O cigarro” sozinho não represente problema algum, senão mais um produto disponível no mercado.

Penso que o mau hábito de fumar, fruto dum vício do caráter humano, esse sim represente problema, e não deveria ser ocultado sob a “ação maléfica” dum produto qualquer.

Vejo como grande desafio do homem a própria depuração.

Devemos começar assumindo o que é responsabilidade nossa, brecar ações deliberadas que nos envenenam, enlouquecem e nos matam; além de parar de atribuir responsabilidade e as consequências desses atos a outrem.

Tenhamos bom-senso e ataquemos o mal que nos habita.

Sem demagogia, munidos da humildade e senso de responsabilidade necessários.

‘”O cigarro”, meu amigo, não mata ninguém.

Falta-nos a maturidade dos que assumem as próprias responsabilidades. Dos que arcam com consequências de seus atos. Dos que fazem o que é certo por não haver outra coisa a fazer.

Ou estaria eu enganado?

Bora atacar o mal pela raiz?

Coragem...

João Henrique de Miranda Sá

Jornalista independente em Campo Grande - MS.

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