O primeiro casamento, o namoro com PB, a crise conjugal e a pergunta sem resposta

A análise de como a senadora Gleisi Hoffmann se comporta nas suas relações pessoais, dá a exata noção do seu desempenho na política, míope, tacanho e aético.

Gleisi não é uma mulher inteligente, muito pelo contrário, mas é extremamente audaciosa, espertalhona e corajosa.

O seu primeiro marido, um jornalista, era assessor de Paulo Bernardo, então deputado federal.

Ela nega, mas dizem que quando ela e o primeiro marido mudaram para Brasília, foram morar no apartamento funcional de Paulo Bernardo.

Foi então que a esposa do jornalista encantou-se com o deputado.

O namoro foi inevitável.

Questionada em uma entrevista se começou a namorar Paulo Bernardo quando ainda era casada, ela tergiversou e não respondeu.

Veio o divórcio e o novo casamento, com o deputado, chefe do ex-marido.

A pergunta sem resposta:


Dizem que a senhora começou a namorar Paulo Bernardo quando ainda era casada com o jornalista Neilor Toscan, então assessor de Bernardo, que, na época, era deputado. Falam também que vocês moravam juntos em um apartamento funcional...
Gleisi – Minha mudança para Brasília e o fim do meu primeiro casamento foram os momentos mais difíceis da minha vida. Mas não teve isso de morar junto, não. Eu era casada com o Neilor, que trabalhava no Banco do Brasil. A gente morava em Curitiba. Quando ele foi transferido para Brasília, eu já conhecia o Paulo e o procurei para trabalharmos juntos. Eu tinha experiência em gestão e orçamento, e essa era a área dele.
Casada com Paulo Bernardo, teve início a sua ascensão política. Paulo Bernardo é o responsável por tudo o que Gleisi foi na vida. De advogada medíocre e sem causa virou secretária de estado em Mato Grosso do Sul, no governo Zeca do PT.

No governo petista de Zeca do PT, o casal era poderosíssimo. PB, o secretário de Fazenda. Gleisi, a secretária de administração.

Gleisi pela primeira vez sentiu o gosto do poder. Foi o suficiente para a primeira crise conjugal.

PB pediu exoneração e foi embora para Londrina. Gleisi ficou em Campo Grande, sozinha e poderosa.

Na sequência, após a reconciliação, as experiências eleitorais de Gleisi. Candidatou-se ao senado em 2006 e a prefeitura de Curitiba em 2008. Perdeu as duas contendas.

Em 2010, com muito dinheiro, elegeu-se senadora.

O auge de sua carreira política atingiu quando assumiu a Casa Civil do governo Dilma. Repetindo a experiência anterior, novamente passou a conviver com o marido em cargos de comando. Paulo Bernardo era o ministro das Comunicações.

Não demorou para que houvesse problemas de relacionamento entre os dois, funcional e conjugal.

Na época uma nota de Guilherme Barros da IstoÉ definiu a situação:

Gleisi era a segunda pessoa mais importante da República, a toda poderosa e PB lhe incomodava.

Essa é Gleisi, a mulher que age de acordo com os seus interesses, ingrata, ambiciosa, sem grande intimidade com a inteligência, mas voraz e perigosa.

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

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