Movimentos dos Caminhoneiros desnuda o sindicalismo pelego e sem representatividade (Veja o Vídeo)

A pelegada se adonou do sindicalismo brasileiro.

Falsos líderes que não representam os interesses de suas respectivas categorias, que atendem a interesses políticos e que são movidos a toque de caixa.

Basta ver a Central Única dos Trabalhadores, a malfadada CUT, nada mais que um braço político do PT.

No sentido oposto, o Movimento dos Caminhoneiros nasceu das bases, sem qualquer vínculo partidário ou político, focado tão somente nos interesses da categoria, dos verdadeiros trabalhadores, aqueles que suam a camisa cruzando as estradas brasileiras.

Felizmente, os novos tempos permitem a facilidade de comunicação e através de grupos de WhatsApp o movimento se agigantou. Naturalmente surgiram lideranças que comandaram a paralisação. Lideranças verdadeiras, sem qualquer vínculo espúrio.

Acuado, o governo certamente ‘comprou’ um ‘acordo’ com falsas lideranças, os tais líderes sindicais, aqueles que se dizem representantes da categoria.

Com toda pompa, o retardado Carlos Marun, com apoio de toda a grande mídia, ladeado pelos tais ‘sindicalistas’, anunciou o acordo, o ‘acerto’, na realidade.

Para tanto, mandou bater a porta do Palácio do Planalto na cara dos motoristas de caminhão, os verdadeiros líderes do movimento. Veja o vídeo:

Assim que foram impedidos de participar da reunião no Palácio do Planalto, os líderes através das redes sociais e do WhatsApp, mobilizaram a categoria, que evidentemente decidiu prosseguir o movimento.

Deu no que deu, as bases se fortaleceram e não se curvaram ao acordo espúrio dos picaretas.

Essa derrota do governo, expõe a desmoralização de Michel Temer e dos sindicatos brasileiros, quase todos compostos por pelegos, interesseiros, politiqueiros, que vivem às custas do suor e da espoliação dos verdadeiros trabalhadores.

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

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