Provas contundentes indicavam que Paulo Preto não seria solto, mas Gilmar soltou

Nos meios jurídicos entendia-se a situação de Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, como extremamente delicada e incontornável.

Com a ajuda da própria filha, Tatiana Arana de Souza Cremonini e do ex-chefe de assentamento Geraldo Casas Vilela, ele coagiu as testemunhas Mércia Ferreira Gomes e Márcia Ferreira Gomes, duas irmãs envolvidas no esquema de desvio de dinheiro do Dersa.

Mércia e Márcia foram ouvidas em audiência nos dias 18 e 25 de maio e relataram a perseguição que vinham sofrendo para a juíza federal Maria Isabel do Prado. Outras circunstâncias ocorridas também foram preponderantes para firmar a convicção da magistrada.

Além desses fatos, outras situações processuais levavam a crer que seria impossível uma nova soltura de Paulo Preto, em condições normais.

Aliado a tudo isso, o despacho da juíza federal foi detalhado e muito bem fundamentado.

O tucanato entrou pânico.

Gilmar soltou, de novo.

Paulo Preto ficou apenas 12 horas no xilindró, nem precisou levar o pijama.

da Redação

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