Procuradora da Lava Jato detona Gilmar

Paulo Preto deixou o fórum sorridente, com a plena sensação de triunfo.

A procuradora da força-tarefa da Lava jato de São Paulo Adriana Scordamaglia, colocou sob suspeita a atuação fulminante do ministro Gilmar Mendes, no caso envolvendo o ex-diretor do Dersa, Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto.

Apenas 12 horas após a decretação da prisão de Paulo Preto, de sua filha Tatiana Arana de Souza e de Geraldo Casas Vilela, ex-diretor de assentamentos do Dersa, o ministro determinou a soltura do trio.

O Fato é inédito, absurdo e, nos dizeres da procuradora, causa ‘estranheza’.

O mais estranho e absurdo no caso é que cabia recurso à segunda instância em São Paulo, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), porém, os advogados de Paulo Preto optaram pela supressão da instância, recorrendo diretamente ao ministro.

É como se tivessem certeza de qual seria a decisão.

A audiência de custódia foi interrompida. Não deu tempo de ser realizada. Em pleno andamento, foi ‘atropelada’ pela liberdade concedida.

“Nós só cumprimos o nosso papel, não vamos esmorecer com decisões como essa, porque queremos que a justiça seja feita, é só isso. E gostaríamos de poder trabalhar com nossos direitos assegurados e com a credibilidade daquilo que escrevemos”, disse Adriana Scordamaglia.
Paulo Preto, o abominável operador tucano, até então sério e sisudo, deixou o local sorridente, com a plena sensação de triunfo.

da Redação

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