Fernando Pimentel e a trajetória do terrorismo à propina (Veja o Vídeo)

Entre todos os petistas que ainda se encontram em liberdade e que estão sendo processados pela prática de crimes ligados a corrupção e propina, a situação mais complicada é, sem dúvida, a do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel.

Observa-se um emaranhado esquema de corrupção montado em torno do Palácio da Liberdade, que dão a certeza do envolvimento direto do governador e de sua esposa, Carolina Pimentel.

São 14 delatores que apontam o governador como beneficiário final de milionários pagamentos ilegais.

Levantamento realizado detectou o envolvimento de Pimentel ao recebimento de dinheiro ilícito, que gira em torno de pelo menos de R$ 100 milhões.

São 20 financiadores eleitorais investigados que o vinculam a propinas, desvios e doações de campanha.

O resultado foi alcançado em 11 fases da operação da Polícia Federal intitulada Acrônimo, onde foram cumpridos 202 mandados de busca e apreensão e 45 conduções coercitivas, que permitiram aos investigadores desenhar o que acreditavam ser os primeiros traços da rede de influência, dinheiro e poder montada pelo governador mineiro para viabilizar seu projeto político.

Hoje denunciado em quatro ações penais e três inquéritos em curso no Superior Tribunal de Justiça (STJ), Pimentel é também alvo de sindicâncias sigilosas, cujos números e detalhes ainda não vieram a público.

Esse homem que tem demonstrado ser um corrupto inveterado, é candidato a reeleição. Um risco imenso para o país.

Um outro fato que deve ser observado é que Fernando Pimentel, ao longo de sua trajetória, foi Jorge, um terrorista de alta periculosidade, que promoveu sequestros, assaltos e outros crimes em nome da implantação da ‘ditadura do proletariado’. O terrorista Pimentel utilizava o codinome Jorge.

Presentemente, ele persiste na sua escalada de terror, mas utiliza outras armas e muito dinheiro.

No vídeo abaixo, conheça ‘Jorge’:

Fonte: Revista Época

da Redação

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