Bretas, Carlos Fernando e Vereza detonam Gilmar, de maneira humilhante

Na realidade, o juiz Marcelo Bretas, o procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima e o ator Carlos Vereza, apenas estão transmitindo exatamente o que a sociedade pensa.

O magistrado manifestou-se oficialmente. Enviou um ofício ao ministro dizendo que a corrupção não pode ser vista como um crime ‘menor’.

A atitude de Marcelo Bretas foi resultado da ação do ministro, nos últimos dias, mandando soltar 19 pessoas que estavam presas por envolvimento com o crime de corrupção.

"Casos de corrupção e delitos relacionados não podem ser tratados como crimes menores, pois a gravidade de ilícitos penais não deve ser medida apenas sob o enfoque da violência física imediata. Os casos que envolvem corrupção de agentes públicos têm enorme potencial para atingir, com severidade, um número infinitamente maior de pessoas", asseverou o juiz no documento.
Gilmar manteve-se silente. Também pudera, nem tem o que dizer.

Carlos Fernando, manifestou-se nas redes sociais. Taxando o feito do ministro como ‘um recorde deprimente’ e acrescentado os seguintes dizeres:

"Descontando-se três finais de semana, foram 15 dias de expediente regular. O que faz de Gilmar um candidato ao livro dos recordes, com a notável marca de 1,26 habeas corpus por dia".
O ator, por sua vez, partiu para a ‘galhofa’, fazendo uma comparação entre Gilmar e o juiz Sérgio Moro.
“Gilmar Mendes em frente ao espelho, aos prantos: diga-me, espelho meu, o que o Moro tem que eu não tenho?! O espelho entediado respondeu: diploma de juiz concursado.”

Amanda Acosta

Articulista e repórter
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