L. Oliver

Redatora e escritora, com diversos prêmios literários, e autora de projetos de conscientização para o aumento da qualidade das sociedades brasileira e global. Participa do grupo Empresários Associados Brasil, que identifica empresas e profissionais em busca da excelência em produtos e serviços no país e no Exterior. Criou e administra o grupo “Você tem poder para mudar o Brasil e o mundo”, de incentivo à população no combate à corrupção. https://www.facebook.com/groups/1639067269500775/?ref=aymt_homepage_panel

Ladram os cães e a carruagem do Juiz Moro passa

Ele continua sendo alvo de críticas e mais críticas, mas vai seguindo em frente. E sem se deixar abalar.

Obstinação? Mais do que isso: missão! É na sua missão que o Juiz Sergio Moro se inspira, enquanto permanece focado na essência do “senso de justiça”, essa virtude moral que lhe permite fazer julgamentos, punindo ou recompensando, e que não se deixa mascarar. Não se deixa corromper. Não se deixa desvirtuar.

Ele está consciente, inclusive, de que os nobres julgadores, - sejam eles juízes, desembargadores, ministros -, não são “senhores da verdade”. Como ele também não é. Eles têm, isto sim, o “poder de julgar”, baseado na lei, nas suas convicções e em provas, embora a própria Constituição, com suas brechas favorecendo os injustos, dificulte essa tarefa árdua.

Esse juiz demonstrou isso, em 31.08.2015, ao dizer: “Perdemos a dignidade. Temos dificuldade de encarar a nós mesmos diante do espelho, perante a comunidade internacional, diante de um quadro de corrupção sistêmica”.

Apoiado por juízes e procuradores, despiu e desafiou aquela que ele tanto vem combatendo: “A corrupção não tem cores partidárias. Não é monopólio de agremiações políticas ou governos específicos. Combatê-la deve ser bandeira da esquerda e da direita”.

Chegou a desabafar, durante um debate: “Há algo de errado em um sistema criminal que leva tanto tempo para produzir uma condenação definitiva”.

Mostrou, ainda, de que lado realmente está com o que afirmou em 12 de julho de 2017, na decisão judicial que condenou o ex-presidente Lula a 9 anos e meio de prisão: “Não importa o quão alto você esteja, a Lei ainda está acima de você”.

Estamos falando, aqui, do mesmo juiz que conquistou o título de Doutor Honoris Causa, da Universidade Notre Dame, em 20 de maio de 2018.

E que também foi homenageado, no último 5 de junho, na 4ª edição do Brasil Mônaco Project, no Principado de Mônaco, evento anual, que tem sua renda revertida para projetos sociais.

Mais duas honrarias, portanto, entre as outras conquistadas por ele. E por puro mérito.

É mesmo inegável o valor desse juiz, já que vivemos num mundo em que a justiça não é para todos, e, no nosso país, ela consegue ser inaceitavelmente tardia. Omissa. Contraditoriamente “injusta”.

É por ser quem é, e agir como vem agindo, que esse homem tem “passagem aberta” entre nós, brasileiros de bem, com todo o nosso reconhecimento.

Nada vai impedir que ele continue a sua “trajetória de ações” para moralizar este país, e sabe porque?

É a hora e a vez do Juiz Sergio Moro e da equipe da Lava Jato.

Até porque - vale repetir, e que fique bem registrado - “Não importa o quão alto você esteja, a Lei ainda está acima de você”.

L. Oliver

Redatora e escritora, com diversos prêmios literários, e autora de projetos de conscientização para o aumento da qualidade das sociedades brasileira e global. Participa do grupo Empresários Associados Brasil, que identifica empresas e profissionais em busca da excelência em produtos e serviços no país e no Exterior. Criou e administra o grupo “Você tem poder para mudar o Brasil e o mundo”, de incentivo à população no combate à corrupção. https://www.facebook.com/groups/1639067269500775/?ref=aymt_homepage_panel

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