Alckmin, o trânsfuga que repentinamente vira “durão” e desanda a fazer desafios

No Império Romano, o soldado que abandonava suas obrigações era chamado, como até hoje em português, de "desertor'. A punição: a morte.

Por crimes menores, um soldado era punido com o "castigatio", executado por um Centurião, que era o oficial encarregado de comandar 100 legionários, e seus comandados. Em suma: aplicavam uma bela surra no sujeito, além de multá-lo.

Havia, ainda, um terceiro tipo: o desertor que conseguia fugir da lei e ia servir a outro exército, era chamado de "transfuga".

Geraldo Alckmin, este exemplo ambulante de carisma, é um transfuga de nossos tempos. Seu partido abandonou o povo em 2005, na época do Mensalão, com aquela cínica estratégia de "deixar o governo lulista sangrar". O país viveu sem oposição por mais de uma década.

Hoje, desesperado pois não sobe nas pesquisas, o social-democrata ameaça posar de durão, fazendo este ou aquele desafio em público.

Pois é bom lembrar: nas horas em que o país mais precisou, e não foram poucas, esta turma aproveitou o anoitecer, selou seus cavalos e cruzou o Rubicão, deixando para trás seus compatriotas desarmados. Claro, porque eles também têm horror ao direito de defesa.

João Ferreira

de Brasília (DF)

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