Gilmar sob fogo cruzado: a revelação da mulher fatal

Uma mulher que pode revelar o lado mais obscuro do homem que tem se colocado como o maior obstáculo da Operação Lava Jato.

Um trabalho minucioso de reportagem da revista Crusoé indica que a JBS usou a sede do Instituto de Gilmar Mendes para tramar a oferta de R$ 200 milhões e se aproximar de juízes.

O caso, que está sendo investigado pela Polícia Federal, fez com que o ministro estrategicamente se afastasse da mulher fatal. A advogada Dalide Corrêa, sua ‘faz tudo’ há mais de 20 anos.

Gilmar e Dalide trabalharam juntos no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, quando se conheceram. Mais tarde, com Gilmar ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dalide foi ser sua assessora.

“A Dalide é uma profissional de relações institucionais. Em pouco tempo ela vira a melhor amiga de qualquer um. É uma pessoa que se comunica bem, conhece todo mundo”, costuma dizer o ministro, ao ser indagado sobre a mulher que, com o passar do tempo, se tornaria quase que seu alterego, diz a reportagem.
Assim, quando o ministro assumiu o controle do IDP, confiou a Dalide a missão de tocar o dia-a-dia da instituição e de promover eventos extremamente lucrativos. Para tanto, ela atraia os patrocinadores utilizando a imagem do ministro.

Entre os patrocinadores do IDP, além da própria JBS, destaca-se a Fecomércio, cujo presidente acaba de ser beneficiado com a concessão de um Habeas Corpus pelo ministro.

O que se denota, é um evidente entrelaçamento entre a postura empresarial e atuação de Gilmar como ministro.

A rigor, um ministro do STF jamais poderia ter envolvimento com qualquer outro tipo de atividade.

Dalide, a mulher fatal, providencialmente está afastada do IDP.

Gilmar está literalmente sob fogo cruzado.

Ele não vai resistir.

Fonte: Revista Crusoé

da Redação

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