Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira

Médico anestesiologista, socorrista e professor universitário

Os professores cometem um erro enorme ao se auto desvalorizarem

Infelizmente o ensino público se tornou um reduto da esquerda falida.

Muitos professores estão entrincheirados nas valas fantasiosas de um socialismo utópico e inexistente.

Defendem o que há de pior no planeta.

Enxergam democracia em países como Cuba e Venezuela, valorizam o embusteiro Paulo Freire que nada acrescentou de realmente valoroso ao ensino público brasileiro, cultuam Leonardo Boff e acreditam nas lorotas da doidivana Marilena Chaui.

Usam a camiseta com a estampa do assassino Che Guevara e trocam a bandeira verde amarela pela bandeira vermelha de partidos comunistas e facções criminosas como o PT e a CUT.

Assassinam a gramática portuguesa ao criarem um novo vocábulo, presidANTA, que só seria justificado se fizesse referência à semelhança estética e/ou a delicadeza de "nossa" ex-dirigente, com o pobre e maior mamífero quadrúpede da América do Sul.

Além disso, possuem verdadeiro pânico de todo o processo de avaliação profissional que possam aferir os verdadeiros avanços destes profissionais e das próprias escolas onde ministram suas aulas.

Meritrocracia é trocada por estabilidade no emprego e direitos trabalhistas a perder de vista.

Desculpe - me por esses comentários, não me interpretem mal, também dou aula e possuo duas irmãs professoras, mas a realidade dos fatos não pode ser esquecida.

Se queremos nos tornar um país sério e respeitado, devemos formar profissionais competentes, frutos de um sistema de ensino eficiente, com professores valorizados e atualizados.

Precisamos mudar o país.

Precisamos mudar essa mentalidade retrógrada que nos arrasta para o subdesenvolvimento e para o autoritarismo populista.

Precisamos de menos Marx e mais Smith, de menos Cuba e mais EUA, de menos Marilena Chaui e mais Olavo de Carvalho.

Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira

Médico anestesiologista, socorrista e professor universitário

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