Bronca de Zanin em Sepúlveda foi por ordem expressa do chefe

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Sepúlveda Pertence foi humilhado pelo advogado Cristiano Zanin por expressa determinação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Zanin jamais teria tido essa coragem toda por conta própria.

O advogado abobalhado faz o que Lula determina.

Zanin não advoga. É um mero e bem remunerado serviçal. Nada mais.

Sepúlveda, seduzido por um milionário honorário, estava realmente advogando e traficando influência em favor do cliente.

Nesse sentido, negociava em prol do melhor para Lula. O melhor possível diante das circunstâncias.

O que acenava para o petista era a possibilidade de uma prisão domiciliar, sob o pretexto do cargo ocupado e da idade avançada. Sepúlveda negociava isto diuturnamente no STF.

Dai o pedido alternativo, que não significaria em hipótese alguma aceitação da condenação. A defesa continuaria tocando todos os recursos possíveis.

Por ora, seria uma grande vitória da defesa do meliante petista.

Porém, Lula, movido por uma profunda psicopatia, que o faz crer na sua absurda e falsa ‘inocência’, não admite a pena alternativa.

Lula entende que pagou caro para ficar impune e diante do revés, perdeu o respeito por Sepúlveda. Para Lula, o advogado falhou. Recebeu os honorários e fracassou.

Humilhado, Sepúlveda decidiu deixar a defesa do petista.

A dupla humilhação veio quando foi 'convencido' a permanecer.

A conversa entre um emissário de Lula com Sepúlveda teria sido duríssima.

O painel da Folha noticiou o fato em notas publicadas no domingo (24) e nesta segunda-feira (25):

Painel da Folha dia 24:

Painel da Folha dia 25:

Moral da história: Nesta terça-feira (26), nem haverá julgamento. Lula permanece preso. Sepúlveda também permanece preso.

É assim que funciona...

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

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