Descarado e ‘mui amigo’, Pimenta incrimina Favreto

Favreto cumpriu rigorosamente o papel que lhe foi imposto. Não deu certo, mas abriu um leque de briga para a organização criminosa travestida de partido político.

Vão tentar de todas as formas afastar o juiz Sérgio Moro dos processos do sítio em Atibaia e do que trata da compra do terreno para o Instituto Lula.

Na realidade, Moro agiu rigorosamente dentro da lei e com extrema coragem. Nenhum servidor público é obrigado a cumprir uma ordem manifestamente ilegal. E, frise-se, Moro em momento algum se recusou a cumprir a ordem. Apenas despachou solicitando maiores esclarecimentos ao relator do processo.

O que aconteceu na sequência demonstrou que ele agiu corretamente, com a manifestação do relator revogando a ordem.

De outro lado, as próprias declarações do deputado petista Paulo Pimenta, demonstram claramente que ele e o desembargador Rogério Favreto agiram de forma combinada, tudo premeditado em nome do mal e da ilegalidade.

A declaração dada por Pimenta para um repórter da Folha de S.Paulo é elucidativa:

“Sou do Rio Grande do Sul. Conheço as pessoas. Alguém me deu o toque. Olhei no sistema e vi que Favreto seria o plantonista. É público”.
Isso coloca o próprio Favreto numa situação ainda mais delicada.

Pimenta, pelo visto, não está preocupado. O espúrio lema é ‘tudo pelo projeto’.

O próximo instrumento a ser utilizado é Dias Toffoli.

Será que ele terá coragem de monocraticamente reverter uma decisão do colegiado?

da Redação

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