Marcelo Freixo: o amor pela lama e o “tesão” pelo caos

A revelação da canalhice: "Nem todo o impeachment é golpe"

Olha, este episódio do Crivella, nem entrarei no mérito em si, só me fez ter a certeza negritada, sublinhada, destacada, agigantada de que o Sr. Marcelo Freixo é, me perdoem ser tão direto, o maior canalha do Rio de Janeiro.

Eu levo a sério o sujeito na Carioca alardeando que o fim do mundo se avizinha no fim do ano — há 20 anos.

Levo a sério o Lula usando desembargador pilantronista.

Levo a sério falsos bolivianos que fingem ser índios pra ganhar um trocado, também no Centro do Rio.

Levo a sério até a barra direita do site da Globo.com, de fofoca.

Mas eu jamais, e queria digitar em maiúsculas, levarei a sério o Sr. Marcelo Freixo. Isto é a personificação do que a esquerda é mestre: a desinformação, a mentira, a infâmia, a admiração e o tesão pelo caos. O amor pela lama.

O Rio de Janeiro é como uma cidade bombardeada na Segunda Guerra, e seres, como o Sr. Freixo, são as minas terrestres deixadas para causar ainda mais dano aos desavisados.

João Ferreira

de Brasília (DF)

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