Vivemos num mundo deserto de ideias

Temos no Brasil os mais perigosos e dissimulados criminosos, que pouco se importam com o sofrimento de quem quer que seja.

Falo de Lula da Silva, José Dirceu e dos irmãos Batista, da JBS. Chegados à corrupção e lavagem de dinheiro, fazem caras e bocas de pobretões e bons moços para tentar disfarçar.

Vivem atrelados à sanha maldita da insaciedade de seus crimes.

Aquele que parece que dá emprego e bolsa alguma coisa, na realidade, tira com mão grande e invisível pelo dom da dissimulação de quem vive pensando em como enganar mais e ampliar o campo de prejudicados.

O que tem o rótulo de ajuda produz danos sociais, econômicos, na saúde, segurança, educação e nas famílias que diz proteger.

Fizeram e fazem prejuízos concretos às nossas vistas, mas invisíveis. Exigem tudo para eles, sem que se perceba. Assim, desgraçadamente, esses bandidos incriminam a ditadura como se fossem vítimas, na real, são os que produzem a desgraceira no Brasil.

Pelo que se observa na Lava Jato, a Ditadura da Corrupção, que esconde seus principais criminosos, a cada dia tenta se fortalecer “até com autoridades infiltradas no judiciário”, além do Executivo federal. Veja que esses se exibiam e ainda teimam em aparecer como se fossem inatingíveis, “senhores de todas as razões”, que não passam de charlatanistas.

Lula e Dirceu, como exemplo, exibem-se como “altamente corretos”, “generosos” e “donos de soluções” falsas, porque, passado um breve tempo, as dívidas arrebentam no lombo do povo.

As avaliações que fazem são deles para eles mesmos, cheias de autoelogios. Exemplo? Lula, o maior corrupto do Brasil, ainda acha que ninguém sabe disso e saiu com mais uma pérola. Ele disse que será candidato para “recuperar a soberania do País”.

Já ouviu ou leu algumas coisas de bandidos históricos que se acham boa gente? Alguns como Al Capone, chefão de máfia, e Jesse James, protagonista de alguns filmes, entre outros, se achavam honestos e éticos, não tinham dó nem piedade de quem estivesse em suas frentes.

Esses abusados cavalgam furiosamente sobre o lombo da inteligência brasileira e judiciária com tamanha extensão de arrancadas e querem, com isso, dar a impressão de inalcançáveis ginetes.

Nesse quadro de “escorreganhões” de falsos homens de bem, está o quadro dos donos da JBS.

Logo que comecei a acompanhar o caso dos irmãos Batista, percebi e escrevi que o esquema queria os mostrar, para o Brasil e o mundo, como ingênuos empresários “forçados a errar”. Tudo me parecia que aquilo tinha roteiro e direção de alguém ou algum poderoso esquema para que tudo se encaixasse. Os irmãos Batista tinham urgência nos EUA.

Agiram rápido para conseguirem a aprovação da Bolsa de NY e colocar os papéis da JBS no mercado aberto. Por isso, passaram o rodo de ponta a ponta do País. Assim, tudo foi feito milimetricamente a tempo de tudo dar certo para a JBS, enquanto o Brasil entrava em parafuso de um tornado destruidor. Isso, para os sacripantas, parecia normal, honesto e ético. Só que não. A Justiça, hoje, mostra que a minoria que lhes dava crédito, agora tem de cobrar os abusos que ainda sofrem. E o presidiário Lula ainda tem a cara de pau de dizer: “quero ser candidato para recuperar a soberania do País”. Qual soberania? A que ele e sua turma destruíram?

Infelizmente, vivemos num deserto de homens sem ideias, mas cheios de interesses pessoais.

Não percamos esperança!

Ruy Sant'Anna

Advogado e Jornalista

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