L. Oliver

Redatora e escritora, com diversos prêmios literários, e autora de projetos de conscientização para o aumento da qualidade das sociedades brasileira e global. Participa do grupo Empresários Associados Brasil, que identifica empresas e profissionais em busca da excelência em produtos e serviços no país e no Exterior. Criou e administra o grupo “Você tem poder para mudar o Brasil e o mundo”, de incentivo à população no combate à corrupção. https://www.facebook.com/groups/1639067269500775/?ref=aymt_homepage_panel

“Quem está com Deus, luta contra o diabo e seus demônios”, disse Crivella

'Não existe meio-termo', ele enfatizou.

Marcelo Crivella, no entanto, não seguiu suas próprias palavras, e caiu em tentação, “misturando política e religião”, que jamais deveriam ser misturadas.

Sua péssima conduta, como prefeito, é a maior prova de como essa mistura pode se tornar nocivamente “explosiva”. E o que é pior: “irreversível”.

Foi o que aconteceu quando a Câmara Municipal do Rio de Janeiro votou, em 12 de julho último, contra o impeachment do “escolhido e indecoroso Crivella”.

Ou seja, ele vai continuar atuando, impune, apesar de ter oferecido a pastores evangélicos inúmeros benefícios na área de saúde, e com isenção de impostos, num evento secreto e fechado no Palácio da Cidade, conforme noticiado neste Jornal.

Com o agravante de que seu “ato inaceitável” não deveria ser ignorado pela nossa Justiça. E nem pelos seguidores bem-intencionados da sua religião.

Fica mais do que provado, então, que uma pessoa não é definida pela sua crença religiosa, mas, sim, pelo seu caráter, que vai determinar suas atitudes.

Não tem sentido, portanto, que os eleitores escolham apenas “quem pratica a sua religião”

O que realmente importa é se cada político está ou não preparado para assumir as responsabilidades exigidas pelo cargo a ser ocupado por ele.

Isto é, se ele é realmente capaz de “prestar serviços de qualidade aos cidadãos”, para beneficiá-los de modo justo, sem qualquer intenção de atender a “interesses escusos”.

Bem diferente de Crivella, que mostrou não estar à altura do que se espera de um homem público e de princípios religiosos.

A propósito, não é hora de cada um, que o elegeu, aprender a “separar política de religião"?

Não é hora de todos refletirem e ganharem consciência?

Afinal, temos o dever de salvar o nosso país, “lutando contra os demônios da corrupção e da desmoralização”.

Mas só vamos conseguir realizar essa tarefa árdua e urgente, se não cometermos erros graves, - até mesmo irreparáveis -, que podem afetar ainda mais a nossa já tão afetada história.

L. Oliver

Redatora e escritora, com diversos prêmios literários, e autora de projetos de conscientização para o aumento da qualidade das sociedades brasileira e global. Participa do grupo Empresários Associados Brasil, que identifica empresas e profissionais em busca da excelência em produtos e serviços no país e no Exterior. Criou e administra o grupo “Você tem poder para mudar o Brasil e o mundo”, de incentivo à população no combate à corrupção. https://www.facebook.com/groups/1639067269500775/?ref=aymt_homepage_panel

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