Única vitória processual de Lula não foi em Curitiba e o advogado não era Zanin (Veja o Vídeo)

Há mais mistérios envolvendo as ligações entre Lula, Roberto Teixeira e Cristiano Zanin do que qualquer um possa imaginar.

Parece óbvio que o genro do ‘primeiro laranja’ é de uma absurda incompetência.

Zanin não é ‘advogado’. Não sabe advogar, não possui os atributos necessários para o desempenho do mister e, mais do que isso, não tem a mínima intimidade com a inteligência.

Esta semana o juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal Criminal de Brasília, prolatou uma sentença absolutória em favor de Lula e mais um pequeno grupo de delinquentes.

Zanin, o impostor, apareceu num vídeo comemorando a vitória. Eis o vídeo:

Zanin não atuou na causa. O trabalho processual foi todo realizado pelo escritório de Sepúlveda Pertence.

A decisão do magistrado entendeu que não havia provas suficientes para a condenação.

Um absurdo!

Na realidade o processo não teve a participação investigativa do MPF, pois quem atuou no caso foi um conhecido procurador com intrínsecos laços com o PT e que, ao invés de promover a acusação, pediu a absolvição dos réus. O Favreto do MPF.

De todo modo, o filho de Sepúlveda desmascarou Zanin num grupo de WhatsApp, revelando seu distanciamento desta causa.

Eduardo Pertence postou o seguinte no grupo denominado ‘Prerrogativas’:

“A sentença está uma lambança, mas ganhamos”, reiterando “não precisar” do casal Zanin (Cristiano e a esposa, Valeska).
Zanin silenciou.

Kakay saiu em socorro do advogado abobalhado:

“Apague as mensagens. Isso não se faz”.
Eduardo saiu do grupo sem apagar as mensagens.

Resumo da ópera: Zanin é um zero a esquerda.

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

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