Quem está por trás da armadilha montada para Bolsonaro no “Roda Viva”?

02/08/2018 às 11:32 Ler na área do assinante

Apesar da polêmica gerada pela “entrevista’, melhor (santa) “inquisição” de Bolsonaro, no Programa Roda Viva, da TV Cultura, dia 30, onde o mediador do citado programa, na pessoa do ex-terrorista do MR-8, Ricardo Lessa, convidou “a dedo” para compor a mesa só entrevistadores “antibolsonaristas” com viés ideológico de esquerda, algo de muito importante, com graves implicações políticas, tem passado completamente despercebido.

Não resta nenhuma dúvida que o citado “Roda Viva” foi montado como uma espécie de “armadilha” para o entrevistado, que apesar de tudo soube contorná-la com maestria.

Foi um programa de extrema parcialidade. Em nenhum momento procurou-se saber o que o referido candidato pensava a respeito dos mais graves problemas atravessados pelo Brasil, e o que pretenderia fazer, caso eleito.

A ideia, tanto do mediador, quanto dos entrevistadores, era uma só: “esculachar” Bolsonaro ao máximo. Mas não conseguiram.

“Armação” seria a melhor palavra para definir a armadilha que montaram na tentativa de “pegar” Bolsonaro.

Mas qual teria sido a “hierarquia” dessa “armação”?

É fácil saber. A TV Cultura é uma organização vinculada diretamente à “Fundação Padre Anchieta”, instituída pelo Estado de São Paulo em 1976. Portanto essa entidade, na qualidade de “fundação pública”, embora de direito privado, também integra a Administração Indireta desse Estado, beneficiária de dotações orçamentárias.

Trocando em miúdos, não há como esconder que o real “manda-chuvas”, tanto da Fundação Padre Anchieta, quanto da TV Cultura, é o Governo do Estado de São Paulo.

Mas qual o partido e quem governa o Estado de São Paulo há mais de vinte anos?

Hoje é perfeitamente sabido que o PSDB é um partido politico de esquerda, ‘aleijada’, é bem verdade, mas de esquerda.

A eterna disputa que o PSDB tem com o PT é só para “inglês ver”. Qualquer um que vencer garante a esquerda no comando. Poder-se-ia até afirmar, sem medo de erro que, reciprocamente, cada um é o “plano b” do outro.

Alguém poderia supor que o “Tribunal da Santa Inquisição” que sentou nas cadeiras dessa edição do “Roda Viva”, porventura não teria as “costas quentes” para fazer o que fez com Bolsonaro, em relação à direção da TV Cultura e ao próprio Governo do Estado, em mãos de Geraldo Alckmin, do PSDB?

Em última análise, quem seria o último responsável pela armadilha montada para “pegar” Bolsonaro, tentando derrotá-lo antecipadamente? Não estariam agindo em conluio as “quadrilhas” do PT e do PSDB, tentando desestabilizar Jair Bolsonaro?

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

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