O esfacelamento da "bancada da chupeta" no Senado e o surgimento de mais um partido nanico

É o iminente fim da bancada da chupeta.

Mesmo com duas vagas senatoriais em disputa em cada estado da Federação, tudo indica que o PT sairá do pleito de 2018 com sua representatividade no Senado Federal totalmente esfacelada. É o iminente fim da 'bancada da 'chupeta'.

Atualmente a bancada petista é composta por 9 senadores. Fátima Bezerra (RN), Paulo Rocha (PA), Gleisi Hoffmann (PR), Humberto Costa (PE), Jorge Viana (AC), José Pimentel (CE), Lindbergh Farias (RJ), Paulo Paim (RS) e Regina Sousa (PI). Desses apenas dois tem mandato até 2022 – Fátima Bezerra e Paulo Rocha – todos os demais tem o término do mandato no final da atual legislatura.

Gleisi Hoffmann e José Pimentel sequer serão candidatos à reeleição. A presidente da legenda, ciente de que seria derrotada na disputa eleitoral, optou pela candidatura de deputada federal, onde acredita que terá mais facilidade de obter êxito. José Pimentel, por sua vez, foi traído pela cúpula partidária e ficou sem legenda. O PT apoiará Eunício de Oliveira, no Ceará.

Humberto Costa, Lindbergh Farias e Regina Sousa, dificilmente conseguirão a reeleição. São considerados ‘azarões’ nas disputas em seus respectivos estados.

Jorge Viana e Paulo Paim são os únicos que tem chances reais de vitória.

Assim, em se confirmando os prognósticos, a bancada do PT no senado deve ser reduzida a menos da metade.

Daí pra pior.

E na Câmara, a tendência é a repetição do vexame.

Em suma, o PT certamente sairá ‘nanico’ do pleito de outubro.

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

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