Folha de S.Paulo tripudia sobre cadáver de policial militar assassinada

O jornal Folha de S.Paulo extrapolou todos os limites da decência, do respeito e da ética.

O que fez com a policial militar Juliane dos Santos Duarte é de uma sordidez sem limites.

Trataram a moça com o mais absoluto desrespeito, pisoteando em sua memória, sem o menor escrúpulo.

Uma tentativa medíocre de atribuir algum tipo de culpa a própria vítima, por sua própria morte, o seu cruel assassinato.

A matéria da Folha, escrita pelo jornalista Rogério Pagnan, publicada nesta quinta-feira, trazia a seguinte manchete: “Policial Juliane teve seus últimos momentos com bebida, pegação e dança”.

Nas redes sociais, o jornal recebeu a total desaprovação dos internautas e o jornalista foi cruelmente atacado em seus perfis.

Um dos perfis, o jornalista retirou do ar.

O outro, os comentários eram de bastante indignação. Eis alguns:

Mais tarde, percebendo a insensatez, o jornal modificou o titulo, substituindo a palavra 'pegação' por 'beijo'. De nada adiantou.

Denota-se um tratamento extremamente diferente ao que foi oferecido à vereadora Marielle Franco, assassinada recentemente no Rio de Janeiro.

Fica a nítida impressão de que o problema do jornal, cada dia mais decadente, é com a instituição, com a polícia e com as pessoas de bem.

Não é sem causa que dia-a-dia perde mais leitores.

É triste esse tipo de 'jornalismo'.

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

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