Júlio César Cardoso

Bacharel em Direito e servidor (federal) aposentado pelo Banco Central do Brasil, residindo atualmente em Balneário Camboriú(SC), mas com título eleitoral do Rio Grande do Sul.

General Mourão, aquele que não tem papas na língua

Escolhido candidato a vice na chapa do deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), o general Mourão (PRTB) declarou nesta segunda-feira (6), em um evento na Câmara de Indústria e Comércio de Caxias do Sul, que o “caldinho cultural” do Brasil inclui a “indolência” dos povos indígenas e a “malandragem” dos negros africanos, e o vespeiro dos politicamente corretos ficou todo ouriçado.

Bando de hipócritas, partidário do politicamente correto, mas que age subliminarmente, na vida cotidiana, como seres superiores e sempre virando as costas para as classes menos favorecidas, sejam elas negras, brancas, indígenas ou alienígenas de países subdesenvolvidos.

Esses fariseus - constituídos de muitos políticos que posam de defensores dos direitos humanos, mas têm vida de burguês (capitalista), como Tarso Genro e outros calhordas - não têm coragem de olhar para os seus rabos sujos e estão sempre de plantão para reprochar ou denegrir a imagem daqueles que não usam de subterfúgios linguísticos para falar a verdade.

Vamos deixar de tanta falsidade crítica. Quem não conhece a indolência ou a malandragem de classes sociais, que só querem viver do assistencialismo (político)? Claro que elas são vítimas do cabresto de políticos, que não querem perder o seu domínio para continuar a abiscoitar votos nas eleições.

Agora virou moda da farisaica corrente do politicamente correto: ninguém mais pode falar nada contra negros, homossexuais e outros que tais, porque acaba recebendo saraivada de chuva ácida, com pejorativos de racistas, homofóbicos, xenófobos etc.

Ora, que Estado Democrático é este de limitação da liberdade de expressão do pensamento humano? A que ponto chegou: preconceito passou a ser qualquer posição diferente da sua.

Ninguém é obrigado a concordar com tudo. Assim como a imprensa livre representa a expressão da democracia, da mesma forma é a manifestação de qualquer cidadão.

Por timidez, vergonha ou simplesmente comodismo, muitas vezes achamos que não dizer a verdade é mais simples. Temos de falar sempre a verdade, mesmo que não agradem outrem. Se escrevermos ou falarmos algo um pouco incômodo, ou que contrarie o que pensam segmentos ou pessoas, isso irrita muita gente.

Tentam denegrir de todas as formas a candidatura do deputado Jair Bolsonaro. Agora a bola da vez é o seu vice, General Mourão, que não tem papas na língua.

Júlio César Cardoso

Bacharel em Direito e servidor (federal) aposentado pelo Banco Central do Brasil, residindo atualmente em Balneário Camboriú(SC), mas com título eleitoral do Rio Grande do Sul.

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