Continuamos um país colônia, não de Portugal, mas, de Brasília

Brizola já morreu fisicamente, mas, Lula da Silva ainda está aí perturbando a paz e o desenvolvimento brasileiro com suas teorias derrotistas e terrorismo ideológico.

E por que digo isso? Primeiro, Brizola já morreu mesmo e em segundo é indesejável a reaparição política de Lula, porque se Brizola ressuscitasse e Lula retornasse à política como ele quer, e segundo Roberto Campos comentou, “seria casamento do analfabetismo econômico com o obsoletismo ideológico – sairiam do lixo da história para o palco do poder”.

Repare que quando Roberto Campos disse isso ainda nem se sonhava que Lula estaria hoje, com os pés e até o gogó, enfiado na lama da corrupção, lavagem de dinheiro e outros crimes que estão em apuração na Lava Jato.

E veja ainda que os líderes dos “grandes” partidos demonstram em atitudes e comentários sub-reptícios que se sentem “sufocados” pela Lava Jato, e até alguns burraldos tentaram jogar contra essa Operação, que combate o crime de corrupção, uma responsabilidade que não lhe cabe, qual seja a de “atrapalhar o desenvolvimento brasileiro”.

Quanta bestagem meu Deus, quanta falta de arrependimento de criminosos, loucos para cair na gandaia da corrupção sem nenhum sinal de arrependimento ou mudança de atitude criminosa.

Acho que os detratores de Bolsonaro tiraram desse comentário e outros pensamentos que nortearam atitudes do economista Roberto Campos sobre a vida produtiva e política brasileira para se posicionarem contra o candidato presidenciável Jair Bolsonaro.

Ora, Bolsonaro ou qualquer outro presidenciável pode dizer, sem reparo, que, na maioria, o brasileiro não está acostumado a raciocinar em profundidade e não é chegado à lógica, por isso políticos são tão familiarizados aos chavões, frases prontas e slogans. Então, é claro que se Roberto Campos dissesse hoje:

“Continuamos a ser a colônia, um país não de cidadãos, mas de súditos, passivamente submetidos às 'autoridades' - a grande diferença, no fundo, é que antigamente a 'autoridade' era Lisboa. Hoje é Brasília”. Essa é uma mentira? Claro que não, mas, se fosse dita hoje as Ongs “da vida” desceriam a borduna no lombo de Roberto Campos como se fossem guardiães da honra e integridade da abstrata Brasília, porém a representante da parte sobre o todo com os absolutos poderes do governo federal.

Então, é assim que vejo o estardalhaço provocado pela Rede Globo contra uma colocação feita pelo vice, o general da reserva Hamilton Mourão que entre outras palavras disse, o que vou repetir aqui sem nenhum receio de que o dito tenha sido uma inverdade, se nem provocação foi:

“Ainda existe o complexo de vira-lata aqui dentro do nosso país, infelizmente, e nós temos que superar isso. E está aí essa crise política, econômica e psicossocial. Nós temos uma herança cultural, uma herança que tem muita gente que gosta do privilégio. Então essa herança do privilégio é uma herança ibérica, temos uma certa herança da indolência que vem da cultura indígena - eu sou indígena, presidente, meu pai era amazonense. E a malandragem, Edson Rosa, nada contra, mas a malandragem é oriunda do africano. Então esse é o nosso cadinho cultural. Infelizmente gostamos de mártires, líderes populistas e dos macunaímas”, disse Mourão.
A partir dessa manifestação, que nem foi criada por ele, mas, que a admitiu, pois foi elaborada por Roberto Campos, os sacripantas da ideologia e mania de domínio cultural, pois, se acham donos das inteligências dos outros, passaram a martelar que Mourão seria um preconceituoso, um segregacionista, um divisor de almas, enquanto nada disso é verdade.

Não acompanhemos as miragens dos ensandecidos, os que ficaram lelé da cuca porque não encontraram moleza nos argumentos de Bolsonaro ao lembrar que o jornal O Globo se fortaleceu no governo militar. Aprovou e o elogiou em editoriais comandados pelo seu fundador Roberto Irineu Marinho. Isso, doeu no estômago dos atuais dirigentes que, na época, eram jovens não ocupados no mister de entender o que é política e muito menos ideologia avassaladora contra a democracia, como agiam os grupos dos terroristas que tentaram derrubar a democracia para instalar aqui o regime comunista de Gramsci, o terrível.

Ora, a Rede Globo deixou passar quase 40 anos para achar que errou ao seu patriarca apoiar até em editoriais ao regime militar?

Ora, desde que apareceram, antes de 1964, os comunistas, terroristas, mostraram a que vieram. Aterrorizaram, amedrontaram, mataram, roubaram armamentos e munições militares, sequestraram, montaram cárceres privados. E queriam ser tratados com flores e medo do Exército Brasileiro?

Caíram do cavalo e o Brasil está aqui íntegro, embora aos trancos e barrancos causados pelos que tomaram o governo na escolha do atraso, da corrupção e do roubo a vidas de brasileiras e brasileiros que tiveram hospitais e demais recursos à saúde sucateados por Lula, Dilma e as armadilhas petistas.

Essa é a verdade. Pelo que o PT e seus penduricalhos partidários e “simpatizantes” desgraçaram, o Brasil de hoje atravessa período de maior inquietude e de uma perplexidade dolorosa diante do futuro dos que foram protagonistas ou auxiliares do caos e que, fazem de tudo para retornarem com mais mentiras e fantasias como se tivessem interesse na evolução do país e seu povo.

Assim, sem minha declaração de votos, mas, na defesa da democracia do livre pensamento e contra o totalitarismo seja de que lado for, me ocupo em ajudar como posso para superar a crise, com a atitude dos que queiram também agir na confiança do nosso futuro e trabalhar, cada um a seu modo, mas, com todo esforço pela vida honrada do Brasil e seu povo.

Ruy Sant'Anna

Advogado e Jornalista

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