Marina: a candidata “coruja de corredor”

Quem já viveu algum tempo nas lides campeiras certamente teve alguma familiaridade com aquelas corujas desinquietas, que andam de pau em pau, ou seja, que voam de um mourão de madeira para outro nas cercas dos corredores das propriedades rurais.

Por tal motivo essas aves predadoras receberam com justiça o nome popular de “corujas de corredor”, cuja principal característica é justamente “pular de pau em pau”.

Ditas aves de rapina, de hábitos noturnos, na cultura de diversos povos, podem simbolizar mau augúrio, azar, escuridão espiritual, morte, trevas e até bruxaria.

Ora, considerando que no Brasil são atraídos a fazer política geralmente a pior escória da sociedade, já que para praticá-la é perfeitamente dispensável quaisquer outras aptidões, como as de fazer só o bem, trabalhar ou produzir, ajudando assim a prosperidade moral, econômica e social da sociedade, não é de se estranhar a carreira de sucesso na política que, ao lado de outros, tem a acreana Marina Silva, recebendo sempre grande votação nas eleições de que participa, inclusive na presidencial.

Nesse sentido ela pode ser considerada um “Lula-de-saia”. Ambos não “prestam”, mas são bons “barbaridade” de voto. E isso se dá numa democracia completamente deturpada, praticada por uma massa carente de politização, democracia essa virada ao avesso, corrompida, degenerada, que há muito tempo deixou de ser democracia para se tornar a sua contrária, a OCLOCRACIA, beneficiando predominantemente a população desprovida de bom caráter, a escória política, que gira em torno dos partidos políticos.

Não pode surpreender, portanto, que no meio desse rebanho de gente despreparada, que se apresenta para fazer política, surja lá pelas tantas até uma “coruja de corredor”, que a exemplo das aves de rapina que pulam “de-pau-em-pau”, e que já tenha passado por uma infinidade de partidos políticos sem se fixar em nenhum deles, sempre em busca do seu objetivo maior: com muita “cara de pau” e petulância, a Presidência da República.

Sem dúvida alguma a carreira política de Marina Silva é muito “rica”. Começou pelo “Partido Revolucionário Comunista”, de Chico Mendes, depois pelo “Partido dos Trabalhadores-PT” (que “infelizmente” tinha lá dentro um Lula para atrapalhar a sua ambição maior). Após, filiou-se ao Partido Verde-PV, também na busca obcecada pela Presidência, e por fim (por enquanto), ao Rede Sustentabilidade, por onde novamente está insistindo na Presidência da República. E se ela não se eleger pelo “Rede”, certamente em seguida vai fundar e tentar concorrer em outro partido qualquer. Seria o próximo “pau” de Marina.

E por não haver outra alternativa de escolha nesse verdadeiro “zoológico” de candidatos presidenciais, e que o “mecanismo” nos enfiou goela-abaixo, com participação decisiva dos partidos políticos e da própria Justiça Eleitoral, é que sou forçado a optar pela “chapa” Bolsonaro/Mourão, a única que corre “por fora” do “Mecanismo” e seus “comparsas”, e que tem alguma chance de vencer e propiciar uma mudança política para melhor.

Mas não se entenda essa minha opção como uma postura “fanática” pelas candidaturas Bolsonaro/Mourão. Uma “adoração” pelos mesmos. Mas do lamaçal político em que vivemos, são eles a única opção com alguma luz e chance de proceder as efetivas mudanças requeridas para melhor.

E considerando que mesmo com a eleição que se aproxima os Poderes Legislativo e Judiciário não deverão sofrer qualquer renovação significativa, mediante a permanência dos mesmos Ministros dos Tribunais Superiores, inclusive do STF, e recondução certa de mais de 80% dos membros do Poder Legislativo (Senado e Câmara Federal), esses candidatos, se porventura eleitos, e se “dribladas” as armadilhas (fraude com as urnas eletrônicas) preparadas pela Justiça Eleitoral, e para que após esse “drible” tenham condições de governabilidade, os novos governantes terão que ter sempre presente na frente do “nariz” a alternativa contida no artigo 142 da Constituição (intervenção), cortando na raiz os eventuais obstáculos à boa governabilidade que partirão com certeza dos outros Dois Poderes.

Conforme claramente disposto no art.142 da CF, o novo Presidente da República, na qualidade de “Comandante em Chefe das Forças Armadas”, poderia requisitar as FA e fazer quaisquer reformas que se tornassem necessárias, inclusive destituir todos ou alguns membros do Poder Legislativo Federal e Tribunais Superiores. Considerando que dentro dos princípios da moralidade e da governabilidade, seria absolutamente impossível ao Novo Governo pagar o preço pela “compra” dos Poderes Legislativo e Judiciário, para poder bem governar, é evidente que o Poder Militar teria que entrar com a “força” e a “moral” necessárias às destituições e mudanças requeridas e garantias da aplicação do art. 142 da Constituição.

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

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