Em defesa medíocre, desembargador do “Golpe do Plantonista” ataca Moro e Gebran Neto

O ex-militante petista Rogério Favreto - guindado a posição de desembargador pela ex-presidente Dilma Rousseff - no episódio em que agindo em absoluta ilegalidade, mandou soltar o condenado Luiz Inácio Lula da Silva, em sua defesa apresentada ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na falta de argumentos jurídicos, preferiu partir para ataques absurdos e tresloucados contra o juiz Sérgio Moro e o desembargador João Pedro Gebran Neto. Tal atitude reflete bem o seu caráter.

Contra Moro, demonstrando extremo despeito e notória inveja, Favreto disse que o magistrado foi “alçado a figura mitológica que combate o mal”. Em seguida, sugeriu que tal posição poderia estar acobertando “uma atitude ilegal e totalmente descabida” e que o “moralismo tem formado heróis às avessas”

Com relação ao desembargador João Pedro Gebran Neto, ele disse que um magistrado da mesma instância revogar a decisão de colega pode levar a uma indesejável divisão da Justiça. “Escudando-se em um suposto sentimento de “moralidade”, lançam-se os magistrados a emitir contraordem de decisão de instância superior ou contraordem a decisão de colega de mesmo grau de jurisdição. Uma grave e profunda fissura no Poder Judiciário. Grandes atrocidades foram cometidas pela humanidade em nome da moral particular dos homens, de um homem ou de uma nação inteira”.

Parece piada. O cidadão, que em ato combinado com os três patetas, contrariou o entendimento do TRF-4, do STJ e do STF, agora fala em “moral”.

É lamentável.

da Redação

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