Delação de banqueiro suíço revela desvio de US$ 1,2 bilhão no “PETROLÃO” venezuelano

O saque praticado por Nicolas Maduro contra o povo venezuelano é extremamente vultoso e finalmente está vindo à tona.

Na mesma linha adotada pelo PT no Brasil, o ditador promoveu um esquema bilionário de corrupção e lavagem de dinheiro na Venezuela.

A delação premiada fechada pelo ex-banqueiro suíço Matthias Krull com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, está elucidando a falcatrua.

Os nomes de Maduro e de seus enteados estão sendo mantidos em sigilo, mas investigadores que participam do processo já confirmaram que os documentos oficiais se referem a pessoas próximas do mandatário venezuelano.

Por outro lado, a alegação do governo da Venezuela, como não poderia ser diferente, é de que o país está sendo vítima de um complô orquestrado pelo governo americano.

Segundo o jornal Estadão, “por meio de um esquema de câmbio entre o bolívar e o dólar, Krull teria lavado cerca de US$ 1,2 bilhão, dinheiro desviado de esquemas de corrupção na PDVSA (empresa de petróleo da Venezuela). Ele confessou ter usado propriedades na Flórida, falsas declarações de investimentos e esquemas com administradores de contas para permitir que o valor desviado fosse lavado”.

Também foram indiciados membros da direção da empresa venezuelana de petróleo, profissionais de escritórios de lavagem de dinheiro e alguns componentes da ‘boliburguesia’, a elite venezuelana.

O delator Krull, até julho deste ano, trabalhava para o banco suíço Julius Baer.

O banco já comunicou que está conduzindo investigações internas com o propósito de colaborar com as investigações.

da Redação

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