Mais um penduricalho nos holerites de juízes e desembargadores. Desta vez, é o auxílio-educação

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Uma maneira simples e esperta de driblar a lei do teto salarial, a concessão de penduricalhos nos holerites. O TJ do Rio de Janeiro começou a pagar este mês de setembro, o auxílio-educação. Com mais esse passam a ser sete os benefícios concedidos a juízes e desembargadores lotados no tribunal mais rico do país.

Da adoção ao funeral, os magistrados têm garantido o auxílio com dinheiro público. Isso sem contar diárias por viagens, além de gratificação por exercer funções nas eleições ou dirigir fóruns. 

"A perda de poder aquisitivo não conhece rubrica, vitimando a todos indistintamente. O auxílio serve como estímulo", afirmou o desembargador Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, presidente do TJ do Rio, ao justificar o pedido do benefício, em maio, à Alerj (Assembleia Legislativa).

Os benefícios para educação, alimentação e moradia vêm sendo tema de discussão no plenário do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Há um projeto para incluí-los na Lei Orgânica da Magistratura, que rege a atuação de juízes, desembargadores e ministros de tribunais superiores.

A primazia não pertence apenas ao tribunal carioca, todos os demais país afora fazem exatamente a mesma coisa, inclusive os tribunais superiores. 

Na mesma toada, infelizmente segue o Ministério Público.

Na verdade, na hora de visualizar o bem comum, cada um pensa primeiro no seu próprio bolso, afinal, são todos seres-humanos.

A sociedade fica em segundo plano... 

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da Redação
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