Pesquisa? A mais promíscua das ciências é a da estatística eleitoral

Certa feita (2002) concorri a uma eleição. No sábado, véspera do pleito, todos os “institutos” davam o nosso percentual de votos como sendo de 12%. No dia seguinte, fizemos 29%. Podem conferir.

É um caso isolado? Nunca! Erro? Não, né! Devassidão comprometida pura.

Não fomos ao segundo turno por menos de 0,5% dos votos. Perdemos para o “voto útil”.

Esses institutos são velhacos infames, inescrupulosos e desacreditados.

Não é de hoje que eles interferem em favor do sistema.

Se o sistema é podre, eles também o são.

A eleição presidencial de 2018 está aberta. E pode ser decidida no 1º turno. Desejo isso? Pode ser que sim.

Se a batida do martelo seguir nessa manobra safada e sem vergonha não terei outra opção.

Não faço pesquisa. Mas tenho um palpite: esse ano essa corja vai passar vergonha.

As pesquisas no Brasil são todas “fake’s”.

E disso, eu tenho certeza! Sem margem de erro...

Luiz Carlos Nemetz

Advogado.Vice-presidente e Chefe da Unidade de Representação em Santa Catarina na empresa Câmara Brasil-Rússia de Comércio, Indústria e Turismo e Sócio na empresa Nemetz & Kuhnen Advocacia

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