Dinheiro da Guiné Equatorial pode ter sido enviado para pagar advogados de Adelio

Parece evidente que uma mente diabólica e mafiosa está por trás do crime contra Jair Bolsonaro.

O ditador Teodoro Obiang Nguema Mangue governa o pequeno país africano, com mãos de ferro, há 39 anos.

O filho do ditador, conhecido como Teodorín, nomeado pelo pai vice-presidente do país, é visto como a pessoa escalada para chefiar ‘serviços sujos’ pelo mundo afora. Tanto é que possui uma condenação a três anos de prisão na França; tem problemas judiciais na Holanda e na Suíça – países onde teve bens apreendidos; e foi obrigado a fazer um acordo com os Estados Unidos para escapar da prisão.

Não obstante a Guiné Equatorial ser um país com uma população extremamente pobre e miserável, Teodoro Mangue foi apontado pela revista Forbes como o oitavo governante mais rico do mundo.

A forte ligação do ditador da Guiné Equatorial com políticos e partidos políticos brasileiros, é notória, escrachada e indubitável, notadamente com o Partido dos Trabalhadores.

Teodoro e Lula formaram uma parceria muito forte, que permitiu que construtoras brasileiras fizessem obras naquele país. Obras extremamente rentáveis para todos.

Por outro lado, o Brasil depois de 2002 viu acontecer inúmeros crimes que interferiram no rumo de nossa política. Todos eles sem solução.

O mais recente foi um atentado contra a Segurança Nacional, que teve como vítima o líder nas pesquisas de opinião pública, cometido por uma pessoa sem recursos, mas que vivia de maneira abastada e que, após o crime, teve a sua disposição os mais caros e afamados advogados de Minas Gerais. Que, exageradamente, foram em comitiva para uma simples audiência de custódia, como se estivessem cumprindo ordens de alguém ‘exagerado’, que adora ostentar força, dinheiro e poder.

Questionado sobre quem estaria pagando os seus honorários, o advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior negou-se peremptoriamente a declinar o nome e disse ter recebido em dinheiro vivo a primeira parcela. Por essa atitude já foi alvo de representação proposta perante a Procuradoria Geral da República.

Ato contínuo, uma comitiva da Guiné Equatorial chega ao Brasil, sem um motivo justificado.

A PF ao vasculhar a imensa bagagem trazida pela comitiva logrou encontrar em dinheiro vivo 1,4 milhão de dólares e 55 mil reais.

Pressionado pela Polícia Federal, o filho do ditador, aquele que sempre é encarregado pelos serviços sujos, alegou que iria fazer uma ‘consulta médica’ e que o dinheiro seria utilizado numa missão diplomática em Singapura.

O advogado usou avião particular para atender Adelio. É óbvio que o seu contratante é extremamente poderoso.

A ligação desse dinheiro aprendido com o crime cometido contra Jair Bolsonaro precisa ser investigada pela Polícia Federal.

Ora, para cometer o atentado contra Jair Bolsonaro, parece evidente que uma mente diabólica e mafiosa está por trás do crime.

O ditador tem essas características e intrínseca amizade com os beneficiários do atentado.

Esse parece ser o caminho para se desvendar inúmeros outros crimes ocorridos no Brasil nos últimos tempos, com a morte da vítima sempre beneficiando as mesmas pessoas.

A discussão está aberta, o assunto é gravíssimo e a Polícia Federal tem a palavra.

Mas apesar do levantamento dessa hipótese, ainda não há indícios que à confirmem segundo a Receita Federal ou a Polícia Federal.

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

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