Bolsonaro venceria no 1º turno... se o TSE permitisse !!!

Mais do que nunca, a tentativa de crime, mediante fraude eleitoral, com manipulação das urnas eletrônicas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afastando da competição presidencial a “chapa” Bolsonaro/Mourão, está configurada.

O grande pensador francês, René Descartes, o “pai” da Filosofia Moderna, garantia no “Discurso Sobre o Método”, que “não devemos aceitar nada como verdadeiro, a não ser que as EVIDÊNCIAS apontem nessa direção”.

Trazendo o pensamento de Descartes para a realidade política brasileira atual, e tendo presente a proximidade das eleições de 7 de outubro, todas as EVIDÊNCIAS levam à conclusão que está havendo uma tremenda “armação eletrônica” no sentido de substituir a vontade popular deixada pelos eleitores nas urnas eletrônicas por um resultado previamente estabelecido nos computadores do TSE, de acordo com “certos” interesses, nada democráticos.

A primeira e mais importante “evidência” dessa perspectiva de fraude eleitoral é a própria NEGAÇÃO que dela fazem as autoridades públicas responsáveis pelas eleições, muitas das quais merecedoras do “diploma” de “mentirosos contumazes”.

E desses “mentirosos contumazes”, destaque especial merece Sua Excelência o atual Presidente do Supremo Tribunal Federal, que já na eleição presidencial de 2014, então como Presidente do TSE, conseguiu que os computadores do TSE dessem uma vitória fraudada para a candidata do PT, Dilma Rousseff. Ninguém conseguiu “checar” esse resultado, embora muitos especialistas em computadores tenham garantido a possibilidade objetiva de ter havido fraude.

Tentando prevenir para o futuro novas fraudes com os computadores da Justiça Eleitoral, o Congresso aprovou uma minirreforma eleitoral em 2015, portanto um ano após a eleição de Dilma, exigindo voto impresso em paralelo ao eletrônico, em 5% das urnas.

Pois bem, faltando poucos meses para as novas eleições presidenciais de 2018, o Supremo julgou “inconstitucional” a lei que determinava o voto impresso em parte das urnas. O argumento “jurídico” encontrado para essa decisão não poderia ter sido mais estúpido.

A segunda “evidência”, que leva na mesma direção da primeira, é que as autoridades judiciárias competentes repelem da maneira mais radical possível qualquer outro controle paralelo sobre os resultados apontados pelos computadores do TSE.

Ora, se a certeza sobre a “invulnerabilidade” das urnas e dos resultados oficiais do TSE é absoluta, evidentemente não poderia haver qualquer motivo razoável para impedir algum tipo de “fiscalização” sobre os resultados, mesmo que fossem “artesanais”, sem qualquer custo adicional ao erário.

Outra prova que as eleições de 2018 serão pura “armação”, é que mesmo que Bolsonaro saia vencedor no Primeiro Turno, com mais de 50% dos votos válidos, jamais o TSE reconheceria esse resultado, ”preferindo” aquele oriundo dos seus computadores.

Outra “armação” que está sendo preparada, com certeza, é o surpreendente e repentino crescimento do nome de Haddad, agora candidato oficial do PT, à Presidência, nas pesquisas eleitorais “encomendadas”.

Certamente a simples “oficialização” do seu nome como candidato do PT não teria força suficiente para que ele desse esse enorme “salto”, de uma hora para outra, pulando dos últimos lugares para a segunda colocação nas pesquisas, atrás de Bolsonaro.

Sem dúvida tudo está sendo manipulado, inclusive as pesquisas eleitorais. Manipularam Haddad para ficar em segundo lugar no Primeiro Turno, atrás de Bolsonaro. É lógico e “evidente”, que a pretensão é uma nova manipulação das pesquisas no Segundo Turno.

Após essas pesquisas do Segundo Turno, com Haddad na “ponta”, o único trabalho que terá o TSE será programar os seus computadores para que façam coincidir os resultados com as pesquisas.

Não é preciso ser nenhum “Nostradamus” para prever que isso tende a acontecer. E qualquer método empregado para estancar essa fraude contra o povo será válido.

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

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