O General Mourão, a Família sem Pai e a Reação Histérica da Imprensa e da Vagabundagem Petista

“A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado” é uma obra escrita em 1884 pelo gigolô de Karl Marx – o empresário alemão metido a filósofo, Friedrich Engels. Considerada parte do cânone da literatura comunista, é, e não pode deixar de ser, desconhecida pela massa de psicopatas que faz cocô na rua, se masturba com crucifixos, berra “Lula Livre”, faz oficina de sirica e toca homens nus em exposições.

Com exceção da “elite”, da altíssima Vagabundagem Petista – essa vagabundagem comunista dos cafés de Paris e da Disney World – pouca gente tem ideia da sua importância na História do Marxismo, mas este que agora escreve a leu e, a propósito da reação histérica das feminazis peludas e das loucas recalcadas da “produção” independente, é importante mencioná-la aqui no início do artigo.

Antes de continuar, vamos esclarecer o que este artigo NÃO é:

1. Ele NÃO é uma defesa do General Hamilton Mourão.

2. Ele NÃO é SÓ um ataque às feminazis peludas, à Raquel Aladim ou Simbá ou seja lá qual for o nome dela, nem ao “Mulheres que vão Matar Bolsonaro”.

3. Ele NÃO é SÓ uma defesa da família formada por homem, mulher e filhos.

O que vai ser escrito é outra coisa – vamos fazer uma pequena incursão, uma certa investigação daquilo que é, para essa gente que atacou Mourão, a noção de “família ideal”.

Engels, no tratado de materialismo dialético que eu mencionei lá no início, deixou claro que o Estado Natural, o Estado Burguês a ser destruído pela Revolução, era uma consequência da noção de família, da família monogâmica em que a primeira “posse” é a posse da mulher por um só homem.

A mulher, objeto de posse do homem, enseja a posse de outros objetos, estimula a noção de “propriedade privada” e o Estado nasce como agente regulador de conflitos – o Estado é, pois, um organismo que veio proteger o homem de posse dos homens que não tem posse de nada.

O “pulo do gato”, o “salto” capaz de fazer, segundo Engels, a ligação entre família e propriedade privada foi a MONOGAMIA. Uma mulher de um só homem faz uma CASA para ele e seus filhos, coloca “coisas” dentro da casa e se ENFURECE se alguém mexer com o marido, com os filhos e com as “coisas” (ainda mais se for outra mulher que for mexer).

Segundo os psicopatas marxistas, monogamia foi um grande progresso histórico mas, ao mesmo tempo, iniciou, juntamente com a escravidão e as riquezas privadas, aquele período que dura até os nossos dias no qual “cada progresso é simultaneamente um retrocesso relativo e o bem-estar e o desenvolvimento de uns se verificam às custas da dor e da repressão de outros.”

A família monogâmica é, desde a obra de Engels, a “célula neoplásica” do “câncer da sociedade capitalista” malvada e “civilizada”. (segundo os sociopatas do PT, PSOL e PC do B)

A monogamia, portanto, de modo algum é fruto do amor sexual individual e não se baseia em condições naturais, mas econômicas, isto é, o triunfo da propriedade privada sobre a propriedade comum primitiva.

Colocado de outra forma – não é natural, segundo os marxistas, que um homem se relacione com uma mulher só durante toda vida e vice-versa: essa relação é artificial, é forjada, foi construída por interesses financeiros - o natural, o desejável é que “todo mundo coma todo mundo sem preconceitos”.

Se nem a sua mulher é sua, se tem outro cara “comendo”; nada mais vai ser seu...você não tem posse de coisa alguma.

Isto esclarecido, cabe, agora sim, fazer o seguinte comentário: psicopatas da esquerda brasileira, as feminazis peludas e as histéricas defensoras da “produção independente” não são contra nem a favor da presença do homem na família, não são contra nem a favor de uma família em que só a mulher toma conta das crianças, nem contra uma família em que os cachorros amamentam as crianças supervisionados por uma drag queen de Porto Alegre – Um comunista é alguém que é CONTRA qualquer tipo de “família”.

A criança, no Regime Petista Perfeito, não é, nem pode ser, de ninguém – não pode haver vínculos emocionais entre pais e filhos, não pode, sequer, haver pais e filhos nem família de qualquer espécie porque, uma vez existindo família, uma vez começando aquela coisa da “minha mulher é só minha”, começa a “propriedade privada” e, com ela, o Estado Burguês que precisa ser destruído pela Revolução.

Uma família em que a criança é criada só pela mulher, uma família sem pai, é só o primeiro passo: o ideal é ficar, literalmente, sem pai nem mãe e ser “criado pelo Estado Petista Perfeito”.

Com exceção do breve período em que Khmer Vermelho assumiu o poder no Cambodia, a humanidade nunca viu NADA parecido com isso que eu descrevi acima.

Mesmo a Revolução Cultural Chinesa e o ódio, as denúncias dos pais contra os filhos, foram “conservadores”, foram só uma espécie de “ensaio” para Pol Pot (que está morto desde 1998).

Para Esquerda Brasileira, para uma Universidade Federal que continua presa em 1968, Pol Pot gera saudade, parece até estar vivo e, pela reação à fala do General Mourão, sua saúde é melhor do que a de Jair Bolsonaro.

Milton Pires

Médico cardiologista em Porto Alegre

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